quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Unicórnio

O unicórnio (do latim: unicornus; uni=um; cornus=corno, chifre. Unicórnio significa: um único chifre) também chamado de Licórnio, é ser da mitologia grega, caracterizado como sendo um cavalo branco que possui um chifre reto e espiralado na testa.

O primeiro relato sobre o unicórnio veio do médico grego Ctésias. Ele escreveu que o unicórnio era um ser magnífico e que vivia na índia, ressaltou também sobre sua aparência: um cavalo com cabeça vermelha, olhos azuis e um chifre na testa que media exatos 45 cm.

Na Roma antiga Plínio, o velho, exagerou na fantasia dizendo que o unicórnio tinha cabeça de cervo, pés de elefante, cauda de javali e um chifre escuro de 90 cm.

Mas foi na idade média que o unicórnio ganhou a devida aparência que conhecemos hoje. O unicórnio medieval europeu era descrito como sendo um lindo cavalo branco que possuía um chifre espiralado na testa, de aproximadamente 30 cm.

Diziam os europeus antigos que o chifre do unicórnio era poderoso, um grande objeto da magia natural.

Conta uma certa lenda européia, que alguns animais foram beber água em um lago, só que a água estava envenenada. Nisto surge um unicórnio e mergulha seu chifre na água, esta se tornou pura e serviu como um antídoto contra o veneno que os animais haviam ingerido. 


Outras lendas diziam que o unicórnio só podia ser tocado por donzelas virgens, pois o unicórnio é um símbolo da pureza. Por ter um chifre toa valioso, lendas contam de caçadores que usavam jovens virgens para capturar o unicórnio. O chifre tinha propriedades medicinais, curava doenças e salvava vitimas de envenenamento. A crença em unicórnios sumiu no século XVIII(18).

Especialistas afirmam que o unicórnio surgiu por descrições imprecisas do rinoceronte indiano, ou de avistamentos de cabritos monteses e bodes que haviam perdido um chifre.

O nome unicórnio é usado para designar uma constelação equatorial. O mito é muito usado na literatura fantástica.