quarta-feira, 30 de julho de 2014

Norte-americanos e a altura: Estudo mostra norte-americanos caucasianos com uma estatura e peso aceitável, mas ainda lamentável!


 
Na imagem: Os holandeses são os mais altos e tem um IMC (Índice de Massa Corporal) muito bom, são saudáveis. O mesmo não pode ser dito do norte-americano que tá com uma barriguinha com o IMC maior comparado com os outros três, sem contar a cintura de 99 cm! O francês é mais baixinho e o japonês é mais baixinho ainda, contudo está na medida certa com o IMC.

Em suma podemos concluir que os holandeses são os melhores fisicamente, possuem o melhor IMC, sem contar a força e a altura. Em segundo lugar vem os japoneses, seguido dos franceses deixando os obesos norte-americanos com a maior barriga e maior IMC para a última posição.

Alguém disse McDonald’s?

Hehehehehe




O excesso de peso de muitos norte-americanos não é novidade, contudo parece que no fim do buraco negro há esperança. Um estudo feito pelo artista Nickolay Lamm mostra que os norte-americanos não estão tão ruins assim na foto.

“Eu queria colocar um espelho na nossa frente”, disse Lamm ao The Huffington Post por email.
 
Diz ele:

“Nós norte-americanos gostamos de nos vangloriar por ser o melhor país do mundo, tanto em riqueza, quanto em cultura e tecnologia; contudo isso não nos faz superiores aos outros países, que possuem hábitos de vida e saúde melhores às vezes que o nosso!”


Pelo que deu pra ver no estudo o negócio era comparar a supremacia holandesa, os holandeses são os mais altos do mundo, com a altura dos franceses, norte-americanos caucasianos e japoneses por fim que são da raça xin e são baixinhos, contudo mais magros.

Os holandeses são os mais altos do mundo, os norte-americanos os mais ricos, os franceses os mais luxuosos e os japoneses com uma qualidade de vida melhor. O objetivo era comparar a altura e ver se realmente essa está associado à qualidade de vida.

Contudo se a altura surgisse devido a qualidade de vida os japoneses seriam os mais altos. O que leva à crer é o que a antropologia já sabe: somos a imagem dos nossos ancestrais do período mesolítico e que a altura é genética.

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