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Alguns
ignorantes podem dizer que esta é a prova definitiva de que os
gaúchos são um povo cabra macho, mas o buraco é literalmente mais
embaixo. Com os resultados de um novo estudo fica demostrado o alto
grau de disseminação do vírus da AIDS no Sul do país e
o mais grave: o subtipo C é mais difícil de tratar.
A
AIDS continua sendo considerada “doença de gay”, isso por 3
motivos: primeiro, pelo estigma que os homens gays sofrem levando uma
vida na marginalidade, tendo assim sexo sem parceiro fixo e se
inclinando para promiscuidade, porque a sociedade ainda não aceita
um casal homossexual da mesma maneira que aceita um heterossexual;
segundo porque o sexo anal é a segunda forma (depois da transfusão
de sangue) mais fácil de transmissão do vírus e terceiro, esses
dois motivos anteriores fizeram a AIDS nos anos 80 e 90 acometesse
mais homossexuais masculinos do que os heterossexuais e lésbicas,
criando a fama de “doença de viado”.
Ambos
possuem subtipos. O HIV-1 é dividido em 3 grupos: major (M), outlier
(O) e não M e não O (N). O grupo M é responsável por 95% dos
casos de HIV-1 conhecidos e é dividido em 9 subtipos que são: A, B,
C, D, F, G, H, J, K. No Brasil
80% dos casos envolve os subtipos B e C.
Segundo o novo estudo
a região Sul tem a prevalência do subtipo C do vírus HIV-1 M, este
é mais transmitido via vaginal, possui origem africana e só se
mantém na região Sul. Já nas demais regiões prevalece o tipo B
que é mais transmitido via anal. Contudo em 2010 no artigo
HIV Genetic Diversity and Drug Resistance encontrado no
ResearchGate
dois
pesquisadores brasileiros já demonstravam a prevalência do subtipo
C na região Sul (veja a imagem abaixo) e do B no resto do Brasil.
Além
disso, alertavam sobre a dificuldade em tratar pacientes que não
tinham o subtipo B, pois o tipo B é o mais comum nos países de
primeiro mundo e por isso existe uma grande variedade de medicamentos para o seu
tratamento; e, por isso, o subtipo C é mais complicado de se tratar.
No
mapa podemos ver os subtipos do HIV-1 M no mundo. Um detalhe para a
região Sul, em especial Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que
possuem maior contaminação pelo subtipo C do vírus HIV-1 M.
O
estudo não só analisa a maneira da transmissão sexual, mas serve
para comparar com os boletins epidemiológicos dos estados a fim de
se chegar a uma conclusão mais abrangente do modo de transmissão e
das maneiras de prevenção.
Lembrando
que vírus do HIV-1 também passa por fortes mutações. Por exemplo,
um paciente pode ter sua célula infectada simultaneamente por
diferentes subtipos do vírus, neste caso pode ocorrer uma
recombinação genética e a criação de um vírus híbrido. Muitos
destes vírus não conseguem se manter, porém, se a combinação for
satisfatoriamente estabelecida tornam-se formas recombinantes
circulantes (CRF–circulating recombinant forms). Até o momento já
foram identificadas no mundo 29 CRFs do HIV, as quais são numeradas
de acordo com a ordem em que foram descobertas; por exemplo: CRF01_AB
indica o primeiro caso descrito composto pela recombinação entre os
subtipos A e B.
Por
isso a importância da prevenção e de estudos como esses. Há de se
lembrar também que a AIDS não é a única Doença Sexualmente
Transmissível (DST) que causa uma perda da qualidade de vida e que
pode até causar a morte. Doenças como a sífilis, hepatites,
gonorreia entre outras já demonstram uma resistência aos
tratamentos convencionais; por isso, todo o cuidado é pouco.
No
Brasil, todos já sabemos, que o aborto é proibido, exceto em casos
de risco de morte para mãe ou de doença rara para criança. O
aborto geralmente é permitido em países liberais-democratas e
democratas-liberais.
Explicando
o que são liberais-democracias e democracias-liberais
Os
países mais desenvolvidos do mundo são liberais-democracias e não
o contrário! Na liberal-democracia temos uma forte influência do
capitalismo na vida social e um estado mínimo e necessário para
combater a ignorância e ter certo controle social. Temos como
exemplo de países liberais-democratas a Suíça, a Irlanda, a
Noruega, a Nova Zelândia e a Austrália.
Já
na democracia-liberal o estado tem o mesmo peço que o capitalismo,
ou seja: temos alguns países que eram liberais-democracias e agora
inverteram os papéis tomando posições de centro. Na democracia
liberal temos um estado mais burocrata e um capitalismo mais
diminuído. Temos como exemplos de países democratas-liberais: os
Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, o Reino Unido, a Suécia, a
Finlândia, os Países Baixos entre outros de não grande importância
para citarmos aqui.
O
desenvolvimento das pessoas e dos países
Nos
países liberais-democratas o desenvolvimento humano (mais conhecido
pelo índice que o marca, o famoso IDH) é muito alto, sobretudo por
causa de um motivo simples: o aborto. É claro que só o aborto não
é o real e total responsável pelo desenvolvimento desse país, mas
espero que leia esse post até o final.
Na
contramão os países mais totalitários do mundo não permitiam ou
não permitem o aborto. China, Índia, México e Brasil estão entre
os países mais populosos do mundo, onde a maioria da população é
pobre e burra e avinhem só: nenhum dos quatro permite o aborto. Em
exceção está a China que antes não permitia o aborto, mas agora
permite para poder controlar o aumento da população.
Temos
que lembrar que os Estados Unidos também é um países mais
populosos do globo, mas como já lembrei: os USA está mais para uma
democracia-liberal do que uma liberal-democracia.
Uma
sociedade pobre é mais tentada a morte do que uma sociedade rica
Num
país onde as pessoas mais pobres podem trabalhar e crescer
socialmente e também podem ler, estudar e viajar para se divertir e
buscar conhecimento; se torna quase irrisório buscar prazer nas
drogas, no sexo sem proteção, na má alimentação causando certa
depressão e consequentemente sedentarismo que tornam a sociedade
doente e fraca.
Podemos
chamar esse imediatismo baixo de aborto coletivo, onde
existe um grupo ou grupos de pessoas que não tendo dinheiro ou
perspectiva de futuro se jogam nos vícios mais comuns para fugirem
dos problemas também mais comuns, porque os mais pobres não têm
perspectiva de futuro para combater esses problemas mais comuns.
Esse
é um pensamento de um jovem perdido num país mais perdido ainda!
Pais
sem condições financeiras e condições psicológicas para criarem
um filho
Num
país desenvolvido enxergamos as velhas figuras dos pais com boas
condições financeiras, mas que não tiveram condições
psicológicas para criar o filho e o inverso: pais que eram pobres,
mas que deram todo o amor necessário para a criança.
No
Brasil conseguimos ver a junção das duas desgraças: pais sem
condições financeiras e psicológicas!
O
sistema de ensino socioconstrutivista também ajuda a desgraçar as
coisas, porque a coitada da criança que vê sua única esperança no
estado em prover o alimento e a educação é totalmente iludida com
suco com bolacha e estuda o que nunca vai usar na vida como a maldita
fórmula de Baskhara! No Brasil não existe educação financeira nas
escolas! E o MEC dita o que deve e o que não deve ser ensinado nas
mesmas!
O
Brasil em suma é similar ao Paquistão onde a sua população
orgulha-se em dizer que o seu país é rico, mas seu povo é pobre.
Enquanto
uma mulher brasileira sonha em ser mãe, uma italiana sonha em ser
uma boa profissional para ajudar a si mesmo para, talvez, depois ter
condições psicológicas e financeiras para criar uma criança.
Não
é necessário dizer que a maioria das mulheres italianas com curso
superior sai da Itália em busca de qualificação e melhores
condições para depois, talvez, serem mães.
Enquanto
aqui uma criança e um bichinho de estimação são a mesma coisa!
O
ministério da saúde divulgou em 27 de Novembro de 2018 o boletim em
pdf que mostra os estados, as capitais e as cidades mais populosas
que possuem o maior número de pessoas com AIDS no último ano.
Conhecida
em português como SIDA (Sindrome da ImunoDeficiência Adquirida) e
no inglês AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome), se caracteriza
por um quadro clínico onde o vírus do HIV ataca as células,
deixando a pessoa com a imunidade extremamente baixa.
Diferente
das gripes que ocorrem por contaminação respiratória e de
manifestação rápida; a infecção pelo HIV se dá por via sexual e
se desenvolve de maneira lenta e silenciosa até desenvolver a SIDA,
o último estágio do vírus no organismo.
Por
se tratar de uma doença epidêmica, por ser contagiosa e letal (a
médio e longo prazo) faz parte da Lista Nacional de Notificação
Compulsória de Doenças (Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de
2016). A obrigatoriedade de se obter os dados é para se ter um
número de indivíduos e locais para serem estudados, para depois se
ter medidas públicas contra a disseminação do vírus.
As
fontes usadas para saber o número de infectados pelo vírus do HIV
foram: a contagem de pessoas que foram diagnosticadas com o vírus,
os óbitos de pessoas com o vírus, os exames de sangue que essas
pessoas fizeram e a contagem de pessoas que receberam os medicamentos
para tratamento do HIV.
Dados
Entre
2007 e 2017 houve pequena diminuição nos casos de AIDS que atingiam
homens e mulheres de cidades com mais de 100 mil habitantes e severo
aumento de AIDS entre os jovens do sexo masculino entre 15 a 29 anos.
Se no sexo masculino os mais atingidos são os jovens; com as
mulheres é o oposto, houve um aumento de idosas infectadas.
O
boletim informa que
no período de 10 anos (2007 a 2017)
aumentou
de casos de HIV e AIDS entre homens
homossexuais
(59,
4%) e
diminuiu
entre
homens
heterossexuais
(36,
9%).
O boletim epidemiológico de HIV
e AIDS de2018 do estado do Rio Grande do Sul (que é um dos estados mais
afetados pelo HIV), relata
o contrário: o número de heterossexuais infectados pelo HIV no RS é
maior do que o de homossexuais.
De
2007 a 2018 foram descobertos 247.795 casos de infecção pelo HIV no
Brasil.
Desse
total: os homens, que são minoria na população brasileira,
continuam sendo os mais atingidos com 169. 932 (68, 6%) contra 77.
812 (31, 4%) de mulheres infectadas. A diminuição dos casos de HIV
e AIDS entre 2012 a 2017 é quase irrelevante, diminuiu 3,4 por 100
mil habitantes.
Das
10 maiores cidades mais contaminadas pelo HIV, 6 são do Rio Grande do
Sul.
Lista das cidades com mais de 100 mil habitantes com mais casos de HIV/AIDS no Brasil entre 2013 a 2017.
Entre
as capitais Porto Alegre continua sendo a capital do HIV, com maior
número de casos e São Paulo está de parabéns, pois mesmo sendo a
capital mais populosa, é quase a última com menos casos de
infectados.
São
Paulo que é o estado mais populoso do Brasil ficou apenas com
16,0 de infectados para 100 mil habitantes, mostrando grande
eficácia no combate a disseminação do HIV. A geografia, a
história e a riqueza de São Paulo podem estar por detrás de
tamanho êxito.
Na
contramão se encontra Roraima que é o estado com menor
população do Brasil, mas com vergonhosos 36,7 de infectados para
100 mil habitantes. Por ser um estado afastado, pobre e sofrendo com
a crise migratória de venezuelanos que também trouxeram o sarampo
para a região; tais fatores, talvez, sejam os responsáveis por um
número tão elevado para um número tão pequeno de pessoas.
A
maior queda de infecção pelo HIV foi no Rio Grande do Sul com 36% e
a maior alta foi no Tocantins com 143% de novos casos, mas a
mortalidade no Rio Grande do Sul causada pela SIDA (ou AIDS) continua
sendo vergonhosa (9 para 100 mil habitantes). O número de infectados
por seringas (caso dos usuários de drogas injetáveis) diminuiu.
A
principal via de transmissão é o sexo e o grande problema, como já
dito, é que a AIDS é uma doença que pode levar anos para se
manifestar; podendo gerar uma epidemia no Brasil. Fica óbvio o
aumento entre jovens do sexo masculino: num país onde não se tem
futuro, os jovens só tem duas opções: ou se lançam nas drogas ou
no mundo da libertinagem, e ambos muitas vezes estão ligados.
O
boletim também não revela as origens que levam as pessoas a fazer
sexo sem proteção ou com diversos parceiros. A diminuição de
infectados por seringas e o aumento de grávidas infectadas
possivelmente está associado a popularização do crack. Contudo o
que realmente faltou no documento foi relatar os motivos econômicos,
sociais e psicológicos no documento, contudo nós já sabemos a
resposta.
Visto
de frente o ônibus da secretária de saúde de São Francisco de
Assis - RS que leva pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) para
duas outras cidades, porque São Francisco de Assis não dispõe de
médicos e infraestrutura por ser uma cidade pequena.
Quando
chega 4:30 da madrugada o povo de São Francisco de Assis (cidade no
interior, da fronteira-oeste, do Rio Grande do Sul) já sabe: “tá
na hora do caco da saúde!”. E são muitos os apelidos: “caco da
saúde”, “sucatão da saúde”, “ônibus da fruta”, “Deus
é fiel”, “caminhão da sáude”, “aquele lixo” e até
“caminhão do lixo”.
E
os apelidos não são em vão. O ônibus realmente é quase igual a
um caminhão de lixo! Tem até uma frase de fé escrita na frente:
“Deus é Fiel” que foi cunhada a pedido de um motorista do
ônibus, dando sentido a tamanha proteção divina que os passageiros
possuem; já que, afinal, nem cinto de segurança esse ônibus tem!
O
ônibus era de circulação municipal e foi adaptado para realizar
uma viagem de até 8 horas no total!
Percurso
Era
pra ser um ônibus de viagem para melhor conforto dos passageiros,
porque afinal são 2 horas e 30 minutos ou até 3 horas de São
Francisco de Assis à Santa Maria, cidade-pólo que recebe pacientes
de cidades pequenas através do SUS sendo atendidas no HUSM (Hospital
Universitário de Santa Maria) integrado a UFSM (Universidade Federal
de Santa Maria). O ônibus também vai para o município de Faxinal
do Soturno, onde o SUS destina tratamento oftalmológico para
pacientes de várias partes do estado. Quando vai para Faxinal do
Soturno: os pacientes enfrentam 4 horas de viagem só na ida, mais 4
horas de vinda; somando 8 horas no total!
Além
dos pacientes levantarem de madrugada e passaram 8 horas viajando, se
deparam com um ônibus totalmente desconfortável para tal.
O
veiculo a principio era um ônibus municipal que foi adaptado! Para
uma pessoa andar pelo corredor só é possível andar de lado!
Muletas? Esqueça! As janelas ficam na parte superior, o que faz o
ônibus se tornar insuportável no verão. E se você pensa que no
inverno deve ser quentinho por causa da posição das janelas? Quem
dera! O ônibus é como uma casa de tábua: quente no verão e frio
no inverno.
8
assentos ficam em cima das rodas, e por ser um ônibus adaptado: 8
pacientes tem que viajar praticamente agachados quando o ônibus está
lotado, o que acontece na maioria das vezes. Sem contar que 4
assentos ficam praticamente empoleirados na traseira do ônibus, como
já dito: é um ônibus adaptado! Somando temos: 12 assentos ruins ou
péssimos para uma viagem, ainda mais sendo uma viagem que leva
pessoas com problemas de saúde.
O ônibus
quase sempre viaja lotado.
A
maior parte dos pacientes que usam o ônibus são idosos; mas
o Sucatão da Saúde não tem banheiro, o que é um
problema, já que em perímetro urbano um ônibus de grande porte não
pode estacionar em qualquer lugar. Também não tem cinto, e os que
sobraram estão quebrados. O motor já deu problema uma centena de
vezes, teve uma época em que o barulho era similar a de um caminhão.
Em dias de chuva: tem goteira sim, senhor! Os bancos tem um fedor
acima do suportável e pessoas que tem problemas respiratórios terão
problemas depois de andar nele. Ultimamente também o cheiro de
borracha queimada tem se feito presente.
Tem
goteiras sim, senhor!
Características
do Sucatão da Saúde:
>
Ônibus municipal adaptado, no verão é quente, no inverno é frio;
>
8 bancos ficam em cima das rodas, o que faz pacientes irem agachados;
>
4 bancos no fundo em que os pacientes vão praticamente empoleirados;
>
Mal dá pra andar no corredor;
>
Não tem cinto;
>
As janelas ficam no alto;
>
Um ônibus de grande porte sem banheiro;
>
Tem goteiras;
>
Os bancos estão sempre cheios de poeira;
>
Já estragou muitas vezes, deixando os pacientes no meio da estrada.
Cintos
quebrados e sem uso.
Os
ônibus dos outros municípios
O
mais engraçado de tudo é que existem municípios menores que São
Francisco de Assis e que possuem de fato micro-ônibus e vans, mas
não na mesma precariedade e absurdo como o Sucatão da Saúde.
O
corredor estreito e os cintos estragados jogados no chão.
Reclamação
da população
Faz
tempo que as pessoas aguentam o trajeto no ônibus ouvindo boatos de
que o ônibus seria trocado, mas o prefeito e os vereadores parecem
não fazerem uso do ônibus; muito menos se importam com a porcaria
que é.
Como
a maioria dos pacientes são idosos e enfermos: a impressão que
dá é que eles não precisam de luxo, pois são malditos
pobres; aliás, não vão durar muito tempo mesmo, então se virar o
sucatão: morre todo mundo e a cidade se livra de gente pobre e
doente! Acho que Hitler acharia interessante São Francisco de Assis!
Cintos
quebrados jogados no chão.
Entre
PPs, UPAs e PQP
São
Francisco de Assis é uma cidade que vive numa polaridade em tempos
eleitorais e pós eleitorais. Tem os PPs (união encabeçada pelos
partidos Progressistas e Democratas que representa os conservadores)
e os UPAs (União Progressista Assisense representada pelo PDT e PMDB
de cunho mais socialista).
Cintos
quebrados e pacientes sem segurança.
A
coligação Progressistas-Democratas ficou 12 anos no poder e foi no
inicio desse período que o ônibus foi comprado. Fazem apenas 2 anos
que a coligação PDT-PMDB venceu as eleições municipais. Então a
culpa é de quem? Deve ser do povo por eleger esses dois sucatões
para administrar o município! Do lixo ao lixo e não do lixo ao
luxo, entre PPs e UPAs, eu prefiro não me meter; mas denunciando
essa grave ofensa aos direitos humanos, contidos nos primeiros
artigos da constituição de 1988 eu fecho com um PQP!