AVISO DE COOKIES: Este blog segue a politica de privacidade do Google. Caso não concorde com a política do Google, por favor, SAIA DO BLOG; pois assim seus dados não serão usados por cookies. Grato pela atenção.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Número total estimado de câncer por estados no Brasil em 2018




Número total de casos de câncer por estado:

1º - São Paulo: 384 760 casos por pessoa
2º - Minas Gerais: 153 770 casos por pessoa
3º - Rio de Janeiro: 167 080
4º - Rio Grande do Sul: 148 620
5º - Paraná: 117 650

6º - Bahia: 76 160
7º - Santa Catarina: 72 570
8º - Pernambuco: 65 180
9º - Ceará: 62 200

10º - Espirito Santo: 31 230
11º - Pará: 25 960
12º - Paraíba: 25 700
13º - Maranhão: 24 550
14º - Mato Grosso do Sul: 23 610
15º - Rio Grande do Norte: 23 270
16º - Distrito Federal: 23 000
17º - Mato Grosso: 22 310
18º - Piauí: 18 660
19º - Amazonas: 16 500

20º - Goias: 13 780
21º - Alagoas: 13 660
22º - Sergipe: 13 490
23º - Rondônia: 8 060
24º - Tocantins: 7 240

25º - Acre: 3 040
26º - Amapá: 2 400
27º - Roraima: 1 930

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Região Sul que possui o maior número de infectados pelo HIV teve a maior parte do contágio disseminado por sexo via vaginal


Alguns ignorantes podem dizer que esta é a prova definitiva de que os gaúchos são um povo cabra macho, mas o buraco é literalmente mais embaixo. Com os resultados de um novo estudo fica demostrado o alto grau de disseminação do vírus da AIDS no Sul do país e o mais grave: o subtipo C é mais difícil de tratar.


A região Sul tem o maior número de infectados pelo vírus do HIV, agora um novo estudo feito pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pela Universidade do Minho (UMinho) de Portugal descobriu quais subtipos do vírus da AIDS estariam por detrás das infecções no Brasil.

A AIDS continua sendo considerada “doença de gay”, isso por 3 motivos: primeiro, pelo estigma que os homens gays sofrem levando uma vida na marginalidade, tendo assim sexo sem parceiro fixo e se inclinando para promiscuidade, porque a sociedade ainda não aceita um casal homossexual da mesma maneira que aceita um heterossexual; segundo porque o sexo anal é a segunda forma (depois da transfusão de sangue) mais fácil de transmissão do vírus e terceiro, esses dois motivos anteriores fizeram a AIDS nos anos 80 e 90 acometesse mais homossexuais masculinos do que os heterossexuais e lésbicas, criando a fama de “doença de viado”.

O estudo corrobora com o boletim de HIV/AIDS do estado do RS de 2018 que aponta: a maioria dos infectados no Rio Grande do Sul são homens heterossexuais.

Subtipos do vírus

Segundo o artigo Resistência genotípica do Vírus da Imunodeficiência Humana tipo 1 aos antirretrovirais: o vírus do HIV é dividido em dois tipos: HIV-1 e HIV-2. O HIV-1 é o mais comum em todo o mundo e é o tipo mais violento; já o HIV-2 é mais fraco e encontrado em algumas partes da África, contudo já se espalhou pelo mundo em menor quantidade que o HIV-1.

Ambos possuem subtipos. O HIV-1 é dividido em 3 grupos: major (M), outlier (O) e não M e não O (N). O grupo M é responsável por 95% dos casos de HIV-1 conhecidos e é dividido em 9 subtipos que são: A, B, C, D, F, G, H, J, K. No Brasil 80% dos casos envolve os subtipos B e C.

Segundo o novo estudo a região Sul tem a prevalência do subtipo C do vírus HIV-1 M, este é mais transmitido via vaginal, possui origem africana e só se mantém na região Sul. Já nas demais regiões prevalece o tipo B que é mais transmitido via anal. Contudo em 2010 no artigo HIV Genetic Diversity and Drug Resistance encontrado no ResearchGate dois pesquisadores brasileiros já demonstravam a prevalência do subtipo C na região Sul (veja a imagem abaixo) e do B no resto do Brasil. Além disso, alertavam sobre a dificuldade em tratar pacientes que não tinham o subtipo B, pois o tipo B é o mais comum nos países de primeiro mundo e por isso existe uma grande variedade de medicamentos para o seu tratamento; e, por isso, o subtipo C é mais complicado de se tratar.


No mapa podemos ver os subtipos do HIV-1 M no mundo. Um detalhe para a região Sul, em especial Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que possuem maior contaminação pelo subtipo C do vírus HIV-1 M.


Importância do estudo

O estudo não só analisa a maneira da transmissão sexual, mas serve para comparar com os boletins epidemiológicos dos estados a fim de se chegar a uma conclusão mais abrangente do modo de transmissão e das maneiras de prevenção.

Lembrando que vírus do HIV-1 também passa por fortes mutações. Por exemplo, um paciente pode ter sua célula infectada simultaneamente por diferentes subtipos do vírus, neste caso pode ocorrer uma recombinação genética e a criação de um vírus híbrido. Muitos destes vírus não conseguem se manter, porém, se a combinação for satisfatoriamente estabelecida tornam-se formas recombinantes circulantes (CRF–circulating recombinant forms). Até o momento já foram identificadas no mundo 29 CRFs do HIV, as quais são numeradas de acordo com a ordem em que foram descobertas; por exemplo: CRF01_AB indica o primeiro caso descrito composto pela recombinação entre os subtipos A e B.

Por isso a importância da prevenção e de estudos como esses. Há de se lembrar também que a AIDS não é a única Doença Sexualmente Transmissível (DST) que causa uma perda da qualidade de vida e que pode até causar a morte. Doenças como a sífilis, hepatites, gonorreia entre outras já demonstram uma resistência aos tratamentos convencionais; por isso, todo o cuidado é pouco.

sábado, 18 de maio de 2019

O aborto coletivo no Brasil


Na imagem a cantora francesa Zazie aparece como um bebe no liquido amniótico no clipe de Rue de La Paix.

Fonte da imagem: Reprodução via YouTube/https://www.youtube.com/watch?v=xICWYCoZ7BQ



No Brasil, todos já sabemos, que o aborto é proibido, exceto em casos de risco de morte para mãe ou de doença rara para criança. O aborto geralmente é permitido em países liberais-democratas e democratas-liberais.



Explicando o que são liberais-democracias e democracias-liberais

Os países mais desenvolvidos do mundo são liberais-democracias e não o contrário! Na liberal-democracia temos uma forte influência do capitalismo na vida social e um estado mínimo e necessário para combater a ignorância e ter certo controle social. Temos como exemplo de países liberais-democratas a Suíça, a Irlanda, a Noruega, a Nova Zelândia e a Austrália.

Já na democracia-liberal o estado tem o mesmo peço que o capitalismo, ou seja: temos alguns países que eram liberais-democracias e agora inverteram os papéis tomando posições de centro. Na democracia liberal temos um estado mais burocrata e um capitalismo mais diminuído. Temos como exemplos de países democratas-liberais: os Estados Unidos, o Canadá, a Alemanha, o Reino Unido, a Suécia, a Finlândia, os Países Baixos entre outros de não grande importância para citarmos aqui.


O desenvolvimento das pessoas e dos países

Nos países liberais-democratas o desenvolvimento humano (mais conhecido pelo índice que o marca, o famoso IDH) é muito alto, sobretudo por causa de um motivo simples: o aborto. É claro que só o aborto não é o real e total responsável pelo desenvolvimento desse país, mas espero que leia esse post até o final.

Na contramão os países mais totalitários do mundo não permitiam ou não permitem o aborto. China, Índia, México e Brasil estão entre os países mais populosos do mundo, onde a maioria da população é pobre e burra e avinhem só: nenhum dos quatro permite o aborto. Em exceção está a China que antes não permitia o aborto, mas agora permite para poder controlar o aumento da população.

Temos que lembrar que os Estados Unidos também é um países mais populosos do globo, mas como já lembrei: os USA está mais para uma democracia-liberal do que uma liberal-democracia.


Uma sociedade pobre é mais tentada a morte do que uma sociedade rica

Num país onde as pessoas mais pobres podem trabalhar e crescer socialmente e também podem ler, estudar e viajar para se divertir e buscar conhecimento; se torna quase irrisório buscar prazer nas drogas, no sexo sem proteção, na má alimentação causando certa depressão e consequentemente sedentarismo que tornam a sociedade doente e fraca.

Podemos chamar esse imediatismo baixo de aborto coletivo, onde existe um grupo ou grupos de pessoas que não tendo dinheiro ou perspectiva de futuro se jogam nos vícios mais comuns para fugirem dos problemas também mais comuns, porque os mais pobres não têm perspectiva de futuro para combater esses problemas mais comuns.

Esse é um pensamento de um jovem perdido num país mais perdido ainda!




Pais sem condições financeiras e condições psicológicas para criarem um filho

Num país desenvolvido enxergamos as velhas figuras dos pais com boas condições financeiras, mas que não tiveram condições psicológicas para criar o filho e o inverso: pais que eram pobres, mas que deram todo o amor necessário para a criança.

No Brasil conseguimos ver a junção das duas desgraças: pais sem condições financeiras e psicológicas!

O sistema de ensino socioconstrutivista também ajuda a desgraçar as coisas, porque a coitada da criança que vê sua única esperança no estado em prover o alimento e a educação é totalmente iludida com suco com bolacha e estuda o que nunca vai usar na vida como a maldita fórmula de Baskhara! No Brasil não existe educação financeira nas escolas! E o MEC dita o que deve e o que não deve ser ensinado nas mesmas!

O Brasil em suma é similar ao Paquistão onde a sua população orgulha-se em dizer que o seu país é rico, mas seu povo é pobre.

Enquanto uma mulher brasileira sonha em ser mãe, uma italiana sonha em ser uma boa profissional para ajudar a si mesmo para, talvez, depois ter condições psicológicas e financeiras para criar uma criança.

Não é necessário dizer que a maioria das mulheres italianas com curso superior sai da Itália em busca de qualificação e melhores condições para depois, talvez, serem mães.

Enquanto aqui uma criança e um bichinho de estimação são a mesma coisa!


sábado, 16 de março de 2019

As 100 cidades com mais de 100 mil habitantes com maior número de HIV e AIDS em 2018 no Brasil



O ministério da saúde divulgou em 27 de Novembro de 2018 o boletim em pdf que mostra os estados, as capitais e as cidades mais populosas que possuem o maior número de pessoas com AIDS no último ano.



Conhecida em português como SIDA (Sindrome da ImunoDeficiência Adquirida) e no inglês AIDS (Acquired Immunodeficiency Syndrome), se caracteriza por um quadro clínico onde o vírus do HIV ataca as células, deixando a pessoa com a imunidade extremamente baixa.

Diferente das gripes que ocorrem por contaminação respiratória e de manifestação rápida; a infecção pelo HIV se dá por via sexual e se desenvolve de maneira lenta e silenciosa até desenvolver a SIDA, o último estágio do vírus no organismo.

Por se tratar de uma doença epidêmica, por ser contagiosa e letal (a médio e longo prazo) faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória de Doenças (Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016). A obrigatoriedade de se obter os dados é para se ter um número de indivíduos e locais para serem estudados, para depois se ter medidas públicas contra a disseminação do vírus.

As fontes usadas para saber o número de infectados pelo vírus do HIV foram: a contagem de pessoas que foram diagnosticadas com o vírus, os óbitos de pessoas com o vírus, os exames de sangue que essas pessoas fizeram e a contagem de pessoas que receberam os medicamentos para tratamento do HIV.



Dados

Entre 2007 e 2017 houve pequena diminuição nos casos de AIDS que atingiam homens e mulheres de cidades com mais de 100 mil habitantes e severo aumento de AIDS entre os jovens do sexo masculino entre 15 a 29 anos. Se no sexo masculino os mais atingidos são os jovens; com as mulheres é o oposto, houve um aumento de idosas infectadas.


O boletim informa que no período de 10 anos (2007 a 2017) aumentou de casos de HIV e AIDS entre homens homossexuais (59, 4%) e diminuiu entre homens heterossexuais (36, 9%). O boletim epidemiológico de HIV e AIDS de 2018 do estado do Rio Grande do Sul (que é um dos estados mais afetados pelo HIV), relata o contrário: o número de heterossexuais infectados pelo HIV no RS é maior do que o de homossexuais.



De 2007 a 2018 foram descobertos 247.795 casos de infecção pelo HIV no Brasil.
Desse total: os homens, que são minoria na população brasileira, continuam sendo os mais atingidos com 169. 932 (68, 6%) contra 77. 812 (31, 4%) de mulheres infectadas. A diminuição dos casos de HIV e AIDS entre 2012 a 2017 é quase irrelevante, diminuiu 3,4 por 100 mil habitantes.




Das 10 maiores cidades mais contaminadas pelo HIV, 6 são do Rio Grande do Sul.



Lista das cidades com mais de 100 mil habitantes com mais casos de HIV/AIDS no Brasil entre 2013 a 2017.


Entre as capitais Porto Alegre continua sendo a capital do HIV, com maior número de casos e São Paulo está de parabéns, pois mesmo sendo a capital mais populosa, é quase a última com menos casos de infectados.



São Paulo que é o estado mais populoso do Brasil ficou apenas com 16,0 de infectados para 100 mil habitantes, mostrando grande eficácia no combate a disseminação do HIV. A geografia, a história e a riqueza de São Paulo podem estar por detrás de tamanho êxito.


Na contramão se encontra Roraima que é o estado com menor população do Brasil, mas com vergonhosos 36,7 de infectados para 100 mil habitantes. Por ser um estado afastado, pobre e sofrendo com a crise migratória de venezuelanos que também trouxeram o sarampo para a região; tais fatores, talvez, sejam os responsáveis por um número tão elevado para um número tão pequeno de pessoas.


A maior queda de infecção pelo HIV foi no Rio Grande do Sul com 36% e a maior alta foi no Tocantins com 143% de novos casos, mas a mortalidade no Rio Grande do Sul causada pela SIDA (ou AIDS) continua sendo vergonhosa (9 para 100 mil habitantes). O número de infectados por seringas (caso dos usuários de drogas injetáveis) diminuiu.


A principal via de transmissão é o sexo e o grande problema, como já dito, é que a AIDS é uma doença que pode levar anos para se manifestar; podendo gerar uma epidemia no Brasil. Fica óbvio o aumento entre jovens do sexo masculino: num país onde não se tem futuro, os jovens só tem duas opções: ou se lançam nas drogas ou no mundo da libertinagem, e ambos muitas vezes estão ligados. 

O boletim também não revela as origens que levam as pessoas a fazer sexo sem proteção ou com diversos parceiros. A diminuição de infectados por seringas e o aumento de grávidas infectadas possivelmente está associado a popularização do crack. Contudo o que realmente faltou no documento foi relatar os motivos econômicos, sociais e psicológicos no documento, contudo nós já sabemos a resposta.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

O Sucatão da Saúde

Visto de frente o ônibus da secretária de saúde de São Francisco de Assis - RS que leva pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde) para duas outras cidades, porque São Francisco de Assis não dispõe de médicos e infraestrutura por ser uma cidade pequena.


Quando chega 4:30 da madrugada o povo de São Francisco de Assis (cidade no interior, da fronteira-oeste, do Rio Grande do Sul) já sabe: “tá na hora do caco da saúde!”. E são muitos os apelidos: “caco da saúde”, “sucatão da saúde”, “ônibus da fruta”, “Deus é fiel”, “caminhão da sáude”, “aquele lixo” e até “caminhão do lixo”.

E os apelidos não são em vão. O ônibus realmente é quase igual a um caminhão de lixo! Tem até uma frase de fé escrita na frente: “Deus é Fiel” que foi cunhada a pedido de um motorista do ônibus, dando sentido a tamanha proteção divina que os passageiros possuem; já que, afinal, nem cinto de segurança esse ônibus tem!



O ônibus era de circulação municipal e foi adaptado para realizar uma viagem de até 8 horas no total!

Percurso

Era pra ser um ônibus de viagem para melhor conforto dos passageiros, porque afinal são 2 horas e 30 minutos ou até 3 horas de São Francisco de Assis à Santa Maria, cidade-pólo que recebe pacientes de cidades pequenas através do SUS sendo atendidas no HUSM (Hospital Universitário de Santa Maria) integrado a UFSM (Universidade Federal de Santa Maria). O ônibus também vai para o município de Faxinal do Soturno, onde o SUS destina tratamento oftalmológico para pacientes de várias partes do estado. Quando vai para Faxinal do Soturno: os pacientes enfrentam 4 horas de viagem só na ida, mais 4 horas de vinda; somando 8 horas no total!

O percurso do ônibus no RS.




Qual é o problema, então?­

Além dos pacientes levantarem de madrugada e passaram 8 horas viajando, se deparam com um ônibus totalmente desconfortável para tal.
O veiculo a principio era um ônibus municipal que foi adaptado! Para uma pessoa andar pelo corredor só é possível andar de lado! Muletas? Esqueça! As janelas ficam na parte superior, o que faz o ônibus se tornar insuportável no verão. E se você pensa que no inverno deve ser quentinho por causa da posição das janelas? Quem dera! O ônibus é como uma casa de tábua: quente no verão e frio no inverno.
8 assentos ficam em cima das rodas, e por ser um ônibus adaptado: 8 pacientes tem que viajar praticamente agachados quando o ônibus está lotado, o que acontece na maioria das vezes. Sem contar que 4 assentos ficam praticamente empoleirados na traseira do ônibus, como já dito: é um ônibus adaptado! Somando temos: 12 assentos ruins ou péssimos para uma viagem, ainda mais sendo uma viagem que leva pessoas com problemas de saúde.
O ônibus quase sempre viaja lotado.

A maior parte dos pacientes que usam o ônibus são idosos; mas o Sucatão da Saúde não tem banheiro, o que é um problema, já que em perímetro urbano um ônibus de grande porte não pode estacionar em qualquer lugar. Também não tem cinto, e os que sobraram estão quebrados. O motor já deu problema uma centena de vezes, teve uma época em que o barulho era similar a de um caminhão. Em dias de chuva: tem goteira sim, senhor! Os bancos tem um fedor acima do suportável e pessoas que tem problemas respiratórios terão problemas depois de andar nele. Ultimamente também o cheiro de borracha queimada tem se feito presente.

Tem goteiras sim, senhor!





Características do Sucatão da Saúde:


> Ônibus municipal adaptado, no verão é quente, no inverno é frio;
> 8 bancos ficam em cima das rodas, o que faz pacientes irem agachados;
> 4 bancos no fundo em que os pacientes vão praticamente empoleirados;
> Mal dá pra andar no corredor;
> Não tem cinto;
> As janelas ficam no alto;
> Um ônibus de grande porte sem banheiro;
> Tem goteiras;
> Os bancos estão sempre cheios de poeira;
> Já estragou muitas vezes, deixando os pacientes no meio da estrada.

Cintos quebrados e sem uso.





Os ônibus dos outros municípios


O mais engraçado de tudo é que existem municípios menores que São Francisco de Assis e que possuem de fato micro-ônibus e vans, mas não na mesma precariedade e absurdo como o Sucatão da Saúde.

O corredor estreito e os cintos estragados jogados no chão.

Reclamação da população

Faz tempo que as pessoas aguentam o trajeto no ônibus ouvindo boatos de que o ônibus seria trocado, mas o prefeito e os vereadores parecem não fazerem uso do ônibus; muito menos se importam com a porcaria que é.


Como a maioria dos pacientes são idosos e enfermos: a impressão que dá é que eles não precisam de luxo, pois são malditos pobres; aliás, não vão durar muito tempo mesmo, então se virar o sucatão: morre todo mundo e a cidade se livra de gente pobre e doente! Acho que Hitler acharia interessante São Francisco de Assis!

Cintos quebrados jogados no chão.



Entre PPs, UPAs e PQP


São Francisco de Assis é uma cidade que vive numa polaridade em tempos eleitorais e pós eleitorais. Tem os PPs (união encabeçada pelos partidos Progressistas e Democratas que representa os conservadores) e os UPAs (União Progressista Assisense representada pelo PDT e PMDB de cunho mais socialista).
Cintos quebrados e pacientes sem segurança.


A coligação Progressistas-Democratas ficou 12 anos no poder e foi no inicio desse período que o ônibus foi comprado. Fazem apenas 2 anos que a coligação PDT-PMDB venceu as eleições municipais. Então a culpa é de quem? Deve ser do povo por eleger esses dois sucatões para administrar o município! Do lixo ao lixo e não do lixo ao luxo, entre PPs e UPAs, eu prefiro não me meter; mas denunciando essa grave ofensa aos direitos humanos, contidos nos primeiros artigos da constituição de 1988 eu fecho com um PQP!


Vídeo no YouTube sobre o estado do ônibus:



Vídeo do Sucatão - sem edição: