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sábado, 25 de junho de 2022

As diferenças físicas e culturais entre homens e mulheres, o ideal sexual e o comportamento da sociedade

As diferenças físicas marcantes entre mulheres e homens estão na altura e na superioridade muscular dos homens, contudo existem mais diferenças físicas e acima de tudo: comportamentais, entre os dois gêneros e estas impactam na sociedade. O antropólogo Peter Frost ainda associa a pele clara as mulheres, por conta da sua ligação com os hormônios femininos e a pele morena ou escura aos homens, por conta da sua ligação com a testosterona. Fonte das imagens: Modelo Feminina, Modelo Masculino Pietro Boselli


O corpo humano é uma máquina biológica e homens e mulheres possuem corpos diferentes (máquinas diferentes), voltados para situações diferentes. Isso faz com que homens e mulheres não apenas tenham uma forma física diferente, mas comportamentos diferentes. Nos animais isso também é visto, contudo de forma muito maior, as vezes. A biologia chama essa diferença física e comportamental entre machos e fêmeas de dimorfismo sexual.


Assim é comum que os machos tendem a ter um comportamento mais bruto e também tendem a serem mais fortes, a testosterona tem papel fundamental nisso. Mas isso não explica, por exemplo, o comportamento das lésbicas e dos gays – onde mesmo tendo hormônios em doses normais, apresentam a mente do sexo oposto. A ciência tem várias explicações pra isso, a mais concisa fala que são os hormônios durante a gravidez que determinam a sexualidade de um indivíduo, assim como já confirmado que mulheres com gays na família são mais férteis – indicando a forte influência do estrógeno na homossexualidade masculina. Já a filosofia espiritualista defende que as reencarnações passadas influenciam na sexualidade de indivíduo.


Mas o propósito desse post não é elucidar a cerca da homossexualidade, mas sim nas diferenças físicas entre homens e mulheres heterossexuais que são maioria e cujo comportamento impacta a sociedade de forma colossal.


As mulheres como fadas


Por conta do comportamento delicado, bondoso e espiritual as mulheres sempre foram associadas a seres espirituais sutis como as fadas e as ninfas. Imagem: Feroz and Serra da pintura Rebecca Guay.


Por influência da genética (cromossomo XX) e dos hormônios femininos (estrógeno e progesterona), as mulheres possuem aspecto mais jovial, mais leve e delicado, são também mais intuitivas e espirituais. São mais baixas, magras e mais sutis em relação aos homens. As qualidades da mulher são: o amor, a facilidade de socialização, a simpatia, a moderação e a compreensão do outro. Os defeitos são: fraqueza, ter baixa agilidade e força e dependência material e sentimental.


A natureza espiritual das mulheres também aparece no folclore, onde são sempre associadas as fadas, ninfas e bruxas, como menciona o poema La Belle Dame sans Merci do poeta John Keats que captou a mítica a cerca das fadas que existia no Reino Unido. Já a arte medieval e renascentista pintava os anjos como mulheres, só que sem seios e sem sexo – como seres andróginos e celestiais. As bruxas sempre eram mulheres e sabe-se que por conta do corpo mais sutil as mulheres tem mais conexão com o plano espiritual do que os homens. As mulheres parecem ter associação com os elemento ar e fogo por serem bastante mentais e intuitivas e os homens a água e a terra, por serem mais passionais e materialistas.


Os homens como ogros


Já os homens (por influência do cromossomo XY e da testosterona) são seres mais grossos na aparência, grandes e fortes, mais voltados a sobrevivência e ao plano material. São mais altos, corpulentos e mais grossos em aparência e em comportamento em relação as mulheres. As qualidades do homem são: a força, a sobrevivência, o raciocínio e a agilidade. Os defeitos do homem são: grosseria, insensibilidade, imprudência e estupidez.


Se no folclore as mulheres foram associadas as bruxas e as fadas, os homens foram associados aos duendes e gigantes – esses três apresentam as brincadeiras de mau gosto, a força e a ignorância como características principais – as três características muito presentes entre os homens.


Os relacionamentos


Os homens tendem a buscar se relacionar sempre com mulheres mais jovens e as mulheres com homens mais velhos por conta desse dimorfismo sexual. Uma mulher mais jovem é mais sutil e leve e um homem mais velho é mais grosso, mas mais maduro. Uma mulher busca sempre segurança para ela e para suas crias que virão a nascer. Anos atrás era comum uma mulher de cerca de 20 anos se casar com um homem de 30 anos. Entre os rapazes de 20 anos se observa uma atração por moças adolescentes a partir dos 12 anos de idade. Por conta disso, os homens heterossexuais possuem tendência a pedofila, e por isso que maioria dos casos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes provém de homens heterossexuais e bissexuais e não de mulheres heterossexuais, lésbicas e homossexuais.

Na mitologia grega, os homens foram associados ao deus Ares (Marte dos romanos) que era o deus da guerra e as mulheres a deusa Afrodite (Vênus dos romanos) que era a deusa do amor. Desenho da artista Rebecca Guay.


O dimorfismo cultural


Na espécie humana a diferenciação entre os sexos não é tão acentuada como vista em outras espécies. Tanto é que desde dos tempos do Império Romano foi adotado o costume das mulheres usarem cabelos compridos e os homens cabelos curtos. Além disso, a depilação, o cuidado com as unhas e uso de brincos, colares, tiaras e acessórios para se diferenciar ainda mais do homem. Muitas mulheres se usarem cabelo curto ficam parecidas com homens mais jovens.


A homofobia


Quando um ser humano tem a aparência dos dois sexos (androginia), ou um comportamento ou aparência do sexo oposto, este sofre retaliação; pois o correto é ele ter a aparência e se comportar conforme o sexo biológico para que não haja nenhuma perturbação na reprodução do grupo e para que uma correta divisão aconteça entre os grupos (como colégios internos, monastérios etc.). Com o avanço da tecnologia, da sociologia, do humanismo e da ciência, esse tipo de comportamento tende a ser deixado de lado.


O ideal sexual


Além dos traços já mencionados, a mulher sem pêlos, de traços angelicais (mais sutis e leves), mais baixa, magra, amorosa, carinhosa e alegre é o ideal. Alguns vão mais além, como o antropólogo Peter Frost: ao associar a feomelanina (a substância que faz a pele e cabelos serem claros nos seres humanos) aos hormônios femininos e a eumelanina (a substância que faz a pele e o cabelos serem mais escuros aos seres humanos) aos hormônios masculinos.


Ou seja a mulher ideal seria loira, branca, meiga, sutil, mais magra, frágil e mais baixa. E o homem seu oposto: de cabelos pretos, moreno, grosso, mais alto, sério e forte. Sem falar do comportamento, já mencionado.


O comportamento cultural


As mulheres tendem a serem menos sérias e mais carismáticas que os homens, óbvio que não é isso que vemos por aí, já que por conta da repressão sexual que as mulheres sofreram elas tiveram que se tornar sérias e antipáticas, algo muito comum visto em mulheres conservadoras.


Enquanto o traço de brincalhão e carismático ficou para os homens. Esse comportamento ficou atrelado ao sexo masculino, uma vez que uma mulher menos séria e mais carismática era vítima de investidas, abusos sexuais e taxada de prostituta (vulgo: puta). As mulheres são mais flexíveis e liberais em relação aos homens, contudo por conta dessa repressão sexual se tornaram o oposto.


O máximo que pode acontecer com um homem que saia à noite num lugar violento é ele ser assaltado e espancado; já a mulher e o homossexual também são vítimas de estupro.


O comportamento na sociedade atual


Temos uma sociedade totalmente patriarcal e masculinizada ainda. Onde o deboche, a aparência, a grosseria, a violência, a barbárie e a luta desenfreada pela sobrevivência são fatores fundamentais. Todas essas características estão atreladas ao comportamento masculino. O fenômeno das guerras ainda se faz visível. Existe uma frase muito engraçada que diz: “se o mundo fosse controlado pelas mulheres não haveriam mais guerras, contudo os países inimigos não se falariam mais”. Mas isso não é verdade a cerca do comportamento feminino. Sabemos que desde os tempos das cavernas as mulheres tinham que conviver umas com as outras. Um fenômeno comum no comportamento feminino é a fofoca que é uma forma de analisar e se vingar do outro, sem derramar uma gota de sangue.


Os homens sempre foram seres físicos que precisavam caçar para sustentar sua mulher e filhos. Já as mulheres, não podendo lutar fisicamente contra seus companheiros homens, se estabeleceram como seres mentais – influenciando o marido e os filhos na tomada de decisões. Isso é muito visto no comportamento das rainhas medievais que sem poder nenhum: só podiam influenciar o marido e os filhos na tomada de decisões. Assim sendo as mulheres não só sabiam conviver muito bem com as inimigas, como manipulavam seus filhos e maridos contra elas. A diplomacia é uma característica feminina por excelência, portanto não é verdade que se o mundo fosse feminino os países inimigos não falariam uns com os outros.


Já estamos na Era de Aquário e a mudança energética do planeta se volta para a razão e o humanismo. É dito também que a Confederação Galática dos Mundos assume o planeta que se encontrava nas mãos de reptilianos associados ao Império Draconiano Absoluto. Os extraterrestres confederados possuem comportamento, e, por isso, uma energia mais feminina, voltada a liberdade e igualdade. Ao passo que os extraterrestres draconianos possuem uma energia mais masculina – voltada ao domínio e a guerra. Contudo sabemos que quanto mais próximo das dimensões mais físicas do universo: maior é a luta pela sobrevivência e por isso maior é o comportamento masculino.

terça-feira, 5 de abril de 2022

A pedofilia e sua relação com a heterossexualidade

A igreja católica é a instituição que mais coleciona casos de pedofilia. Geralmente o menino abusado é um coroinha ou um aspirante a padre que se encontra num internato. Imagem aleatória de um padre abençoando um jovem. Fonte da imagem: Pinterest


O mesmo instinto que faz acharmos bonitas e fofinhas as crianças por seu aspecto jovial, é acentuado no pedófilo. Em biologia a aparência jovem e nova de um ser e indivíduo foi chamado de NEOTENIA. Existem duas funções básicas da neotenia: mostrar que o indivíduo é jovem e fértil e fazer com que os pais da criança (ou filhote) achem fofinha a criança e a criem com todo amor e zelo. No pedófilo essas duas funções estão amplificadas, e assim o pedófilo interpreta inconscientemente que a criança pode reproduzir.


Os homens heterossexuais tem essa forte tendência pelo aspecto jovial de determinado indivíduo, possivelmente porque as mulheres só são férteis até os 40 anos, ao passo que nos homens isso é estendido. Já as mulheres não se importam em casar com homens mais velhos. Jung explorou isso no que formulou ser o Complexo de Eléctra. Hoje, a ciência moderna concorda que parte dos desejos e sentimentos são sociais, Richard Dawkins chamou essa influência cultural de memes (uma oposição aos genes e a natureza biológica). A cultura também dá maior liberdade sexual ao homem por muitos motivos, isso também o levou a uma falta de controle, tornando assim o macho da espécie humana menos controlado na questão sexual. Ao passo que as mulheres foram reprimidas em muitos aspectos e se tornaram mais comedidas, pelo menos na questão sexual.


Existe uma estrutura biológica também bastante diferente entre machos e fêmeas, e não só na espécie humana, mas nas demais espécies. Entre os acadêmicos não há dúvidas de que a heterossexualidade esteja correlacionada a pedofilia e não o oposto como defendem grupos conservadores, pois o padre ao abusar do menino na igreja está vislumbrando a figura da mulher. Uma vez que a criança e o adolescente se parecem mais com as mulheres do que com os homens. O pedófilo vê a figura amplificada da mulher na criança, assim como o senso de que deve protegê-la dos outros, mas não dele mesmo. A aparência da criança e da mulher é mais sutil, ao passo que a aparência do homem é mais densa ou grosseira. O que faz mulheres heterossexuais e homens homossexuais não sentirem atração por adolescentes em crianças.


A mulher heterossexual se sente atraída por homens que possuem características mais maduras, talvez por representarem responsabilidade – sendo ideais para serem pais. Com a liberdade sexual do mundo moderno, vemos muito a figura de jovens mães criando seus filhos sozinhas, pois o companheiro com mesma idade que ela não desejou assumir a criança – contudo hoje com leis melhoradas, a questão da paternidade se tornou algo obrigatório.


Mas mulheres heterossexuais também sentem atração por homens mais jovens, a mesma coisa ocorre em outras sexualidades (homossexualidade, bissexualidade…). Isso porque “o aspecto jovial demonstra que determinado indivíduo está em idade fértil”. Mas os seres humanos não usam o sexo apenas para reproduzir, mas também para se divertir. Na maioria das relações sexuais entre indivíduos humanos de sexo diferentes não ocorre a fecundação. É o hábito sexual que gera a fecundação, quando o homem acasala com a mulher em dias férteis – dias em que a mulher tem mais desejos sexuais.


A pedofilia está mais relacionada aos homens heterossexuais talvez sobretudo por serem maioria e por uma supremacia cultural, onde indivíduos de outras sexualidades não dispõe.


Mesmo entre compulsivos sexuais, a castração definitiva (cirúrgica) está fora de cogitação. Assim é adotada a castração química que tem efeitos muito piores para a saúde do que a castração cirúrgica. A castração cirúrgica viola os ditos “direitos humanos”; mas numa sociedade tão podre como a humana, o simples fato de vivermos num mundo extremamente violento e egoísta já demonstra que esses direitos só existem no papel.


A questão é que o homem gosta da sua natureza animal, porque não conhece outra coisa além dela. Mas aí não estamos falando de ciência, mas do espiritual – coisa que a ciência nega com todas as letras. Infelizmente os abusos sexuais só tendem a continuar enquanto não tivermos conhecimento a cerca da natureza e controle sobre ela. Não se pode culpar um desequilibrado por ser um desequilibrado, mas se pode culpar uma pessoa consciente de deixar um desequilibrado desequilibrar uma criança.


A influência biológica e energética sobre o ser humano e sobre o espírito

Na imagem: a esfera branca é o espírito, o círculo amarelo em volta do espírito é o seu mental e as linhas de cores coloridas são as energias densas. A filosofia samkhya explica o que é o espírito e como se dá sua densificação na matéria. A yoga busca retirar o espírito da matéria, portanto fazer com que o espírito prevaleça sobre a matéria. O corpo físico humano e sua especificação raça ou fenótipo pode agravar o processo de limpeza energética que a yoga pode fazer.


Não há dúvidas que existem raças humanas, contudo a antropologia mais séria descartou certos termos ou generalizações por motivos óbvios. O nordicismo, por exemplo, foi um movimento que defendia a superioridade da raça nórdica em relação as demais raças. O geneticista italiano Luigi Luca Cavalli-Sforza em seu livro Genes, Povos e Línguas defendeu que a culpa da falta de progresso em certos povos não estava atrelado à raça, mas a cultura. Seguindo, também, a “teoria da influência cultural”, Richard Dawkins no seu livro O Gene Egoísta criou o termo meme para contrapor-se ao termo gene (meme é a transmissão via cultural, ou seja: tudo aquilo que é ensinado e aprendido, ou seja: a língua, a cultura, os costumes, hábitos, etc.).


Conta-se que antropólogos norte-americanos ao visitarem o Rio Grande do Sul provaram que a culpa não estava na raça, mas na cultura. Os descendentes de alemães do Rio Grande do Sul eram pobres e intelectualmente menos avançados que os alemães que ainda residiam na Europa, assim ficou provado que a culpa não estava nos genes, mas no ambiente e na cultura onde os indivíduos residem.



Os acadêmicús


Sim, é um fato que a cultura é decisiva na questão do desenvolvimento humano, contudo certos comportamentos são de origem biológica (hormonal, fisiológica, estrutural, anatômica e genética). Acreditar que apenas o fundo cultural é importante no desenvolvimento de uma nação é o mesmo que dizer que um deficiente mental terá a mesma capacidade que uma pessoa comum para entender e resolver problemas. Ou tentar ensinar um gato ou um cachorro a pronunciar algumas palavras.


A ciência tem trabalhado a favor da mentira. Criando uma utopia de que você pode ser o quiser e fazer o que quiser. Existe uma natureza física vigente que te propicia a fazer determinada coisa ou te impede. Um caucasiano tende a ser um melhor nadador por conta da seu tórax, mas perderá numa corrida para um subsaariano africano que terá quadris e pernas melhores para correr.


Os acadêmicos com seus pomposos diplomas na parede e seus discursos de igualdade, liberdade e fraternidade se mostram os seres mais favoráveis ao sistema de castas, a opressão das liberdades individuais e completos egoístas. Possuindo esses um cérebro sádico voltado ao poder e a glória para sempre. No socialismo, esses psicopatas acharam uma excelente forma de controlar os outros e mostrar quem realmente são.



É a raça!


Já o povo ignorante e sem diplomas na parede (porque o importante nesse mundo podre é o diploma, não a experiência) se mostra mais sábio e generoso que os intelectuais de sumas pontifícias sacro santas universidades. Um exemplo disso é que a ciência ignora completamente a existência dos espíritos, enquanto o povo ignorantão tem certeza absoluta da vida espiritual.


O povo não saberá citar livros, nem autores, nem filósofos; mas dirá: eu tive uma experiência com espíritos ou eu conheço um médium ou ainda: minha avó jura de pé junto!


Os acadêmicús com seus diplomas na parede e seus discursos doces de uma humanidade restabelecida trabalham para o inimigo.


A observação de uma pessoa comum é tão sábia quanto os trabalhos de confirmação acadêmica.


A cerca de raças você sempre ouvirá do povo: “é o sanguezinho!”, “eh, racinha”, “é a raça!”… entre centenas de expressões que em tese não tem o cunho racista, já que a própria pessoa reconhece em si e nos indivíduos de sua família que determinado comportamento tem a ver com a raça e não com o costume. E o povo vai além ao afirmar: “costume se tira!”


Isso porque as pessoas podem não ter diplomas pomposos de universidades pontifícias, mas sabem o que se passa aqui e acolá. “Sabedoria popular” citam os folcloristas ao lembrar dos “velhos ditados”. É claro que nem tudo são flores! Assim como nossos ilustres cientistas do século XX (20) tratavam a homossexualidade com eletrochoque, o povão também comete seus excessos, diga-se de passagem.



A biologia manda lembranças


Pra se eliminar o desejo sexual de um gato ou cachorro (um animal doméstico, no caso) você precisará castrá-lo. Geralmente se faz isso para impedir que o animal brigue com outros que competem uma mesma fêmea e se machuque e até seja fatalmente atingido, vindo até a morrer. Mas o ser humano consegue controlar parte desses impulsos se redirecioná-los ao trabalho, contudo em boa parte dos casos esse impulso sexual vira paixão ou violência e repercute no comportamento do indivíduo. Está vendo? O ser humano não é diferente dos animais. O desejo persiste e se transforma.


Existe uma natureza biológica por detrás de certos comportamentos sim. O povo sabe disso. Na cultura do Rio Grande do Sul, fala-se que o descendentes de espanhóis são maus, de portugueses são preguiçosos e de alemães são maus, mas inteligentes. Os descendentes de italianos parecem ser os mais elogiados, sendo considerados simpáticos e inteligentes, contudo meio bravos, é verdade. Por mais pitorescas que essas observações se parecem, elas levam um fundo de verdade. Afinal o tonto que defende que raças não existem é o mesmo que acredita em astrologia, que, aliás, tem fundamento – explicarei mais a frente.



A influência biológica


Assim certas características biológicas determinam como indivíduos serão e como a sociedade será. Por exemplo, os africanos são bastante sexualizados não só por cultura, mas porque os homens e mulheres tem pênis e seios maiores. Os órgãos sexuais dos homens é maior e também sua libido. Durante muito tempo os africanos viveram uma vida bastante sexualizada, numa cultura dançante e vibrante; todavia isso trouxe sérios impactos de ordem social. Hoje o islamismo tem conquistado muitos países africanos por conta de suas rígidas normais sociais que funcionam de certo modo – porém o islamismo está longe do ideal espiritual.


A natureza biológica determina o desejo, a cultura expressa ele. Os povos pagãos são conhecidos por expressar a natureza e os desejos que surgem nela na cultura. As religiões abraâmicas, por exemplo, foram uma forma tosca de controlar essa natureza sexual e perversa, e de tentar civilizar o animal homem.


Mas as raças não são apenas quatro. Quatro são apenas supergrupos. Dentro dessas raças há mais sub-raças, grupos, classes e todo o tipo de divisão. Os antropólogos descobriram que seria impossível classificar eficazmente a humanidade em raças, porque seu número estava em milhões e porque a humanidade era muito miscigenada. Assim o conceito continuou apenas popular, onde as pessoas observavam certos comportamentos de ordem biológica entre indivíduos.


Um exemplo clássico a cerca dessa diferenciação de raça que toma um teor étnico é a diferenciação entre portugueses e espanhóis. Os portugueses embora possuem traços faciais mais rudes são menos agressivos que os vizinhos espanhóis que possuem traços faciais mais sutis, mas expressam grande antipatia para com pessoas de pele morena, isso porque os espanhóis são mais morenos que os portugueses.


Em genética e psicologia sabemos que pessoas caucasianas de pele morena sentirão atração por pessoas caucasianas de pele clara e vice-versa. Parte da xenofobia dos espanhóis a cerca de pessoas mais morenas vem por causa dessa natureza sexual. Aliás, o racismo é o oposto da atração sexual, onde um indivíduo rejeita uma pessoa que não é tão semelhante a ele – o chamado complexo de histocompatibilidade. Uma pessoa sentirá atração por outra que não é tão diferente dela, mas também não tão parecida. A diferença física expressa uma diferença genética.


Os espanhóis são mais semelhantes fisicamente com os italianos do que com os portugueses, talvez por questões geográficas e históricas – já que a Espanha estava mais perto da lendária Roma do que a afastada Portugal.



A influência dos astros


Para um ateu pode parecer bobagem, mas além de existir essa influência biológica nos humanos, existe também a influência dos astros. Parte do comportamento dos animais e das pessoas está ligada a posição dos astros durante a gestação ou durante o nascimento. Os antigos sabiam disso e por isso inventaram a astrologia! Há de se lembrar que o horóscopo de jornal não adianta em nada. Para saber os astros que regem determinada pessoa é preciso buscar um astrólogo para ele fazer o mapa astral. Essa influência dos astros acontece porque todas as estrelas, planetas e objetos celestes possuem energias espirituais ou etéricas (imperceptíveis) que influenciam a pessoa a ser de determinado jeito. Enquanto a influência do corpo ocorre de maneira química, a influência dos astros acontece de maneira energética. Aliás, em tese a química é a materialização das energias espirituais densas.



A influência dos espíritos


Além disso existe a influência dos espíritos. Civilização cósmica, amigos espirituais, mentores, inimigos espirituais e obsessores influenciam as pessoas a terem determinado comportamento ou não e agem sobre a vida dela a torto e direito.



A filosofia samkhya da yoga nos ensina a cerca dessas influências


Do ponto de vista espiritual tudo é energia e as energias externas influenciam no comportamento de determinado espírito, pessoa, animal ou planta.


A filosofia que melhor explicará esse conceito é a samkhya. A samkhya surgiu na Índia antiga como uma forma de explicar o que era espírito e o que era matéria e também para mostrar as diferenças entre os dois. A samkhya foi criada para complementar a yoga, sendo um estudo e uma explicação de como se dava a influência da matéria sobre o espírito.


Para a samkhya o espírito e a matéria são duas coisas completamente diferentes. Já a vedanta, o hermetismo e taoísmo defenderão de que a matéria é a expressão do mundo espiritual – as 4 não estão erradas, mas a samkhya sempre se centrou nas altas dimensões do universo e não nas baixas.


A samkhya busca o espírito em essência e não o espírito envolto por determinadas mentalizações (ao que a vedanta chamou de KOSHAS - corpos espirituais moldados pela vivência que o espírito teve e pela influência dessas vivências).


A samkhya e yoga buscam limpar o espírito de todas as energias externas que possam influenciá-lo. O corpo (biologia), os astros (energias cósmicas), os espíritos (energias conscientes) e a natureza (energias naturais) sujam e corrompem o espírito, isso porque são energias densas. Diferente da magia, onde o mago busca equilibrar os 4 elementos (ar, fogo, água e fogo) com o espírito que é o 5º elemento, a samkhya e a yoga defendem que o espírito deve prevalecer sobre a matéria, e para isso ele deve prevalecer sobre os quatro elementos que nada mais são do que 4 formas básicas de energia. O mago ou bruxo busca controlar a natureza, o yogue busca escapar da natureza, pois sabe que ao sair dela, escapa da reencarnação e do sofrimento que esta causa.


A samkhya e a yoga pregam que quem busca controlar, logo será controlado, ainda mais pela natureza que age de maneira intensa. Um espírito atrelado ao conceito humano é animalesco, burro e extremamente maligno. Ao passo que um espírito em sua essência é o oposto. O motivo da reencarnação existir na Terra é contraditório, os gnósticos completam o conhecimento indiano acrescentando que "são demônios de baixas dimensões que aprisionam espíritos bons em corpos físicos". Esses espíritos vem até aqui por curiosidade e são pegos e aprisionados por esses demônios. O espiritualismo moderno adotará uma visão cristã de que “os espíritos estão na Terra, porque foram exilados de mundos celestiais por sua rebeldia e maldade”.


Acontece que não se pode generalizar. Existem espíritos encarnados na Terra que estão aqui como missionários e se engana você que eles são pessoas como Chico Xavier, que os espíritas louvam; pelo contrário, eles não buscam reconhecimento ou fama. O trabalho deles é diverso e difícil de se classificar, porque cada missionário se fixa em determinado objetivo. Contudo alguns se perdem e acabam se tornando drogados e criminosos.


Por isso os mestres sempre lembram que os bandidos, as prostitutas e qualquer pessoa que esteja na margem da sociedade é um alguém a ser resgatado. Jesus Cristo lembrou disso na famosa frase: “deixe vir a mim as criancinhas”. Isso, porque para Cristo alguém que o mundo despreza estava mais próximo do reino de Deus, pois Jesus lembra do apego as coisas do mundo e na famosa frase: “é mais fácil um camelo cruzar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino do céu”.



Vencendo a matéria


Assim a melhor forma de vencer essa natureza animalesca e primitiva é através da meditação e de uma vida como monge. O trabalho, a disciplina e a oração que as religiões abraâmicas defendem até funcionam, mas não num nível transcendental como a yoga (meditação) faz. Isso porque você precisa trazer o espírito para matéria para discipliná-lo e entendê-lo bem, do contrário, só seguindo esses hábitos abraâmicos, o espírito continuará preso a reencarnação e a inúmeras vidas de sofrimento e ignorância. É como você remediar ao invés de prevenir. A meditação é a prevenção de uma doença chamada desequilíbrio e de uma consequência chamada reencarnação.

Países mais frios são mais desenvolvidos?


No mapa: a dengue e a malária são comuns em países tropicais. Os insetos são um grande problema no desenvolvimento social e econômico desses países que além de trazerem sérias doenças também afetam afetam as plantações.


Em parte isso é verdade, pelos seguintes fatores: o super aquecimento do corpo humano e um maior número de insetos nos países tropicais.


Em países localizados entre os trópicos não existe inverno. O inverno desses locais é conhecido como a “estação das chuvas”, mas isso vai depender da região e do fenômeno climático vigente.


Se não há inverno, não há frio. Existe, muitas vezes, um clima ameno, nem calor, nem frio. O problema se dá que em regiões tropicais por não existir frio e só existir calor ou um clima ameno, os trabalhadores sofrem como o super aquecimento do corpo e isso faz com que a produtividade caia significativamente.


Mesmo na época da escravidão, onde escravos africanos eram forçados a trabalhar mesmo em dias muito quentes, muitos passavam mal e até morriam devido o calor. O super aquecimento faz com que a pressão e os batimentos cardíacos diminuam significativamente, talvez uma forma que o corpo achou de diminuir o calor, já que a diminuição dos movimentos faz com que não ocorra o super aquecimento corporal. Obrigar uma pessoa a trabalhar num dia muito quente é condená-la a morte, devido o próprio organismo estar se defendendo do super aquecimento. Assim como uma pessoa pode morrer de frio, do mesmo modo pode morrer se o calor for extremo. No calor extremo uma pessoa tende a desmaiar e no frio extremo tende a hibernar – caso de muitos mamíferos, como as marmotas e os ursos.


Assim é comum as pessoas de países tropicais terem fama de serem mais preguiçosas, mas isso é porque o clima quente torna as pessoas mais preguiçosas, porque, como já dito, a pressão sanguínea e os batimentos cardíacos diminuem como uma forma de defesa contra o super aquecimento do corpo.


Já num país de clima frio ou temperado, o aquecimento do corpo é até benéfico, pois se a pessoa ficar muito parada ficará com muito mais frio e pode vir também a desenvolver problemas de saúde (resfriamento - daí vem o nome para o popular “resfriado”). Um pessoa bem agitada e trabalhadora num país frio se aquecerá e se ficar com calor demais é só tirar o casaco - a única ressalva é não sair com o corpo quente num frio intenso (aí dá o famoso “choque térmico”). Já num país de clima quente uma pessoa bem agitada e que trabalha será mais lenta e se agitar demais pode vir a passar mal devido o super aquecimento corporal.


Em países frios as pessoas não possuem tanta limitação para trabalhar e se agitar, já que isso não prejudica, já num país quente ocorre o super aquecimento.


Outro fator que faz os países frios serem mais desenvolvidos é que os pais ficam mais em casa com os filhos e com isso podem ensiná-los melhor. A mesma coisa se dá em relação ao estudo. Sabe-se que as crianças nascidas no inverno são mais inteligentes, porque as mães se dedicam mais aos filhos por conta do clima frio impedir passeios ao ar livre e saídas.


E por último temos uma maior proliferação de insetos que causam grande estrago nas plantações. Lembre-se do Egito quente e a famosa praga de gafanhotos que a Bíblia fala, pois tal praga só poderia acontecer num país quente como o Egito ou durante o verão num país temperado. Além disso existe a proliferação de mosquitos, moscas e pulgas que trazem sérias doenças. Parte da mortalidade está atrelada a doenças tropicais, ou seja: causada por insetos. Sem contar os problemas alimentares, pois sem a refrigeração adequada qualquer alimento estraga muito rapidamente.


Mas ao mesmo passo que os países quentes tem esses problemas, eles possuem uma terra e um clima em que se pode plantar e colher o ano todo! O único problema será o sofrimento que o calor extremo irá trazer.


Mas uma coisa bem comum nos países de clima frio é a adesão máxima ao livre mercado e baixíssimos impostos, pois onde as pessoas ficam meses sem poder plantar e nem colher devido o inverno: colocar pesados impostos a população é condená-la a morte por fome e frio.


Já em países tropicais devido sua abundância em alimentos devido o clima, parece ocorrer o oposto: mais controle da economia e mais impostos. Outro problema seríssimo é a alta taxa de natalidade. Os países entre os trópicos são aqueles cuja a natalidade é maior e graças a isso a pobreza se torna bem maior. É observado uma alta taxa de natalidade nesses países, acompanhada pela pobreza extrema que leva a fome e a baixa expectativa de vida.



A relação entre alta taxa de natalidade, fome e favelas. Uma alta taxa de natalidade cria uma legião de pessoas pobres que dificilmente conseguirão melhores condições de vida.

A alta taxa de natalidade que existe na África, por exemplo, faz com que crianças morram de fome por falta de alimentos. É claro que existe na África uma problemática geopolítica histórica, de exploração e falta de interesse global. Mas também existe uma cultura muito crente em cultos de fertilidade que mesmo sobre influência cristã, aderem a passagem de Gênesis com a justificativa do: "crescei-vos e multiplicai-vos sobre o solo da Terra".


Contudo, em pequenas ilhas tropicais existe prosperidade como em Cingapura, graças ao livre mercado ou como nas ilhas caribenhas, graças ao forte turismo aquecendo a economia. Tudo se inicia na família e esta impactará a sociedade como bem lembra o livro A Diversidade do Mundo do jornalista francês Emmanuel Todd. A grande problemática é a má administração que tem fundo histórico e cultural. A África antes dos europeus chegarem já era uma bagunça. Existe uma mítica de que antes dos europeus chegarem os índios viviam em paz e em harmonia com a natureza - o que não é verdade!


Foi justamente as intensas guerras entre diferentes povos indígenas nas Américas quanto na África que facilitou o domínio europeu nesses dois continentes (os romanos conheciam bem a prática do DIVIDE ET IMPERA - “dividir para dominar”). O domínio europeu colocou esses dois lugares numa problemática histórica: onde se foi muito explorado e deturpado e para se caminhar a um status de progresso é necessário muito sacrifício que só pode ser iniciado na esfera cultural junto com a ajuda de nações mais ricas. Não se pode apenas culpar só um dos lados, pois o maior problema é entendimento. Inclusive esse é o maior problema da humanidade. Quando ninguém se entende: todos brigam e não se tem ordem. E se não há ordem, dificilmente haverá progresso!