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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Brasileiro gosta de resumo? Brasileiro e a preguiça de ler!




Quem nunca pegou o resumo daquele livro chato pra apresentar pra professora de literatura que atire a primeira pedra!

Da questão histórica

A problemática da educação começou sem dúvida no Brasil colônia e piorou com a adesão à república, porque no governo de Dom Pedro II parecia estar se amenizando.


Da questão genética

O mais engraçado disso tudo é que os brasileiros odeiam ler, mas assistem a novela chata da Globo (Globosta). O que parece não vir da linha genética. 


O problema é mais em cima!

Sem dúvida é do governo parte da culpa dessa cultura resumo. Outra parte se deve ao tempo, poucas pessoas tem tempo para ler e quando o tem ocupam-se com coisas que as divirtam (novela?).


É preguiça ou chatice?

É um erro achar que tudo é pura preguiça! Preguiça é estado de semi-sono quando a pessoa não dormiu o suficiente (é diferente de insônia e sono que são um estado acentuado).

Mas se o livro for muito grande dá sono, né, não?
 Dá sono se for chato!

Tudo que é interessante te motiva e se te motiva, então xô, preguiça! Quantas vezes tu já dormiu assistindo um filme ou na aula de algum professor?


Da genética

As múltiplas inteligências podem explicar o interesse ou o desinteresse das pessoas em determinada matéria ou área. Uma pessoa que gosta de história não se dá bem com matemática, e a pessoa que é boa na matemática acha inútil história. 

A genética faz você gostar ou não de certa coisa. Mas só porque você não gosta, não significa que é desinteressante.


Da problemática da educação mais uma vez

Falta material e professores para fazer o aluno avançar. O que mais ouço dos jovens é: “É culpa do professor, ele só passa o texto no quadro, dá uma explicadinha e manda a gente ler o livro ou o caderno”!
Outra é que falta material audiovisual para trazer o interesse ao aluno!


O áudio visual é muito interessante!!!

A natureza humana é audiovisual! Ou seja: ouvimos e vemos desde a época primitiva, quando nossos ancestrais se pareciam com chimpanzés! Um animal por exemplo vê e ouve para aprender. Pronto eis o porque temos preguiça muitas vezes de ler.

Fazer uma conta ou ler não é da natureza primitiva do ser humano. Isso envolve processamento cerebral, algo que um macaco não é capaz de fazer.
Então por isso ler ou fazer aquela conta dá um desanimo às vezes. Mas se você fazer da leitura e da matemática um costume logo, logo não terá tanta preguiça de ler ou fazer certo calculo seja ele o mais desanimador possível.


Tá, mas o brasileiro gosta de resumo e é preguiçoso realmente?

Por gostar tanto de novela, ou as vezes por assisti-las, resumo que não (kkkkkkkk). Ademais não são só os brasileiros que resumem, em todo o mundo existe isso, mas aqui é intensificado por conta do baixo e pouco investimento do governo em educação. Resumo é bom sim, mas se for estudar certa área não dá pra se pular certas coisas.

Então: brasileiro gosta de resumo porque ou não tem tempo, ou porque não tem tanto interesse e porque falta a cultura do verdadeiro aprendizado no Brasil. E sobra a preguiça como disse: se há interesse, não há espaço para ela!
Alguns culpam o clima quente por deixar as pessoas moles, e realmente pode ser isso. Mas então não seria bom o brasileiro aproveitar um dia muito quente para ler um bom livro debaixo da sombra de uma árvore?


Mas faltam livros bons no mercado!

Realmente faltam. Mas a internet dá uma quebrada no galho, né!

Aí sim é deixar a preguiça de lado e procurar algo interessante e bom para ler!

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Enya desde os anos 90 dando uma surra nos cantores gospel




Foto da cantora Enya com seu ar pueril, leve e calmo. Uma fada ou um anjo? Talvez ambos, mas totalmente o oposto dos cantores gospel.

 
Solteira, sem filhos, irlandesa e católica. Já há muito a igreja católica deixou de fazer a lavagem cerebral nas pessoas e parecem que a vez agora é dos protestantes no mundo ocidental.

Quem diria que uma cantora que se diz católica não envolveria religião com música?


A rainha do newage

Enya surgiu num pequeno grupo musical irlandês em 1980 chamado Clannad, mas deixou o grupo para seguir carreira solo sob a influência de Roma e Nicky Ryan, excelentes poetas e compositores irlandeses que viram em Enya uma porta para suas composições.

Começou cantando irlandês muito timidamente e vendendo poucos álbuns e acabou cantando em inglês, elegante, segura e superando em popularidade e em fortuna diversas cantoras do mesmo tipo e até Madonna (a rainha do pop mundial). Enquanto os ingleses e norte-americanos viam em Madonna a puta do pop, em Enya viam a figura da mulher, da mãe e da anciã em Enya (Enya sempre preservou sua vida pessoal e descrição acima de tudo).

Ganhou inúmeros prêmios, foi convidada para cantar My Heart Will Go On em Titanic, mas rejeitou por motivos profissionais e culturais, já que o Titanic partiu da Irlanda e a letra da música não fazia o estilo de Enya, sem contar que estava envolvida na criação e produção de seu álbum.
My Heart Will Go On então foi cantada por Celine Dion.

A neutralidade de suas músicas

As músicas de Enya em boa parte são instrumentais, de ar pueril e angelical. Alguns dizem que Enya é chata e dá sono! kkkkk sem dúvida, as músicas dela devem ser ouvidas num momento de calmaria e em que se busca tranquilidade.

Mas as músicas que envolvem letras tem ar de auto-ajuda, superação, meditação e busca por conhecimento. Nas músicas cantadas por Enya tu não vai ouvir um “deus seja louvado” ou “salve deus sob as alturas” ou “você não é nada sem deus”!

Outra: nas letras de suas músicas você não vai ouvir um “eu te amo, volta pra mim” ou “não sou nada sem você” ou pior “ai se eu te pego”. As músicas dela buscam a reflexão e não o apelo às coisas. Então ela é budista? Por incrível que pareça ela é católica, mas segue uma filosofia da meditação e do conhecimento espiritual, algo presente na cultura celta.


O espirito da Irlanda

De Éire (nome verdadeiro da Irlanda) à Enya, a cantora prefere manter a imagem da tríade irlandesa (mulher, mãe e anciã). Também tenta mostrar em muitas de suas músicas uma homenagem às figuras ilustres da mitologia irlandesa como Cu Chulain. Ela também representa o espirito da Irlanda que na cultura celta era representado por uma mulher livre e ligada a natureza e a meditação (a fada).


A noção do ridículo e o respeito a cultura ancestral

Até hoje não se viu estampado em revistas a cantora envolvida nisso e naquilo. Ou se exibindo e gritando por aí. Enya nem sequer faz shows ao vivo e isso sempre ficou claro, o motivo é que parece desconhecido, mas a principal queixa da cantora é que shows ao vivo são problemáticos, as pessoas ficam de pé, o som não ajuda, há bagunça, há conversa... 

Enya é uma figura que vive na tranquilidade, chegou a comprar um castelo com muros para ter privacidade e tranquilidade. Outro motivo para suas letras serem neutras sem envolver deus é o respeito à cultura celta que não é monoteísta, mas sim politeísta! Roma e Nicky Ryan são os principais responsáveis pelas letras e por toda a produção, tanto é que Enya diz que:  

“Enya não é uma única pessoa, mas sim uma banda, um grupo, composto por Enya, Roma e Nicky Ryan”!

Vemos em Enya o respeito à natureza, as outras culturas e a auto-ajuda que infelizmente os cantores católicos e protestantes pelo Brasil e pelo mundo parecem não ter conhecimento. Sem escândalos, sem apelos e somente em busca da meditação (auto-conhecimento).

domingo, 26 de abril de 2015

Os aliens arkranios e sua influência sobre os arianos: Arianos e alienígenas



Parece com o que essa imagem? Parece ser um ser humano? Esse petroglifo foi achado nas montanhas de Tien Shan na China (Petroglyphs Tien Shan Mountains pra jogar no Google, já que os melhores artigos estão em inglês). Para os antropólogos trata-se de uma mulher num ritual fazendo uma referencia à Órion. Uma mulher com cabelo raspado e crânio comprido (tá legal, hein!).

 
Não obstante na Bulgária uma figura similar, de origem ariana também, mostra uma mulher fazendo uma referência à constelação de Órion.
 
Fonte das imagens: Mysterious Mummies of China (PBS) (recomendo esse documentário pra quem gosta de história e antropologia, no link ele tá transcrito e tem no You Tube).


Documentário no You Tube:

Não dá pra se saber se realmente é um fato a teoria dos deuses astronautas. Mas é uma boa teoria! Ela consegue preencher os espaços deixados pela teoria de evolução e pelas teorias arqueológicas.



Dos nazistas aos contatados por extraterrestres


Os nazistas pareciam receber ordem d’um plano superior. A idéia d’um socialismo, d’uma sociedade de loiros nórdicos, a tecnologia espacial e médica desenvolvida e o projeto lebensborn que tinha por objetivo a eugenia e a recriação de uma nova super raça nórdica parecem fazer sentido se colocarmos alienígenas no meio.


Alex Collier (o único contatado que faz jus ao nome) fala de dois subtipos: os aliens de Gizé e os aliens de Órion, sendo dois grupos distintos. Mas parecem que pertencem ao mesmo grupo e a mesma raça, que (eu) denomino de arkranios.



Teorias de todos os lados e incertezas


Há a teoria que esses aliens de grandes crânios ajudaram os nazistas, porque queriam os libertar do domínio dos draconianos, esses aliados dos maçons illuminatis norte-americanos que tiveram contato com os répteis através d’uma seção mediúnica e a partir daí trocaram sua devoção e obediência por dinheiro e riqueza.


Os nazistas então seriam os libertadores, combatendo as enfermidades, deficiências e a homossexualidade que eram produto da Nova Ordem Mundial. A AIDS e a homossexualidade promovem a diminuição da espécie humana.


O outro ponto de vista mostra o contrário (ponto de vista dos contatados de aliens da confederação): os nazistas foram enganados pelos arkranios que tinham por objetivo criar um exército de clones, ou uma nova raça que obedeceria não somente eles, mas o império de Órion. Ou seja: os draconianos diziam ajudar os Estados Unidos e os arkranios os fascistas e nazistas, mas ambos trabalhavam juntos. Os draconianos pegaram um grupo humano em Rigel e os aprisionaram lá da sua forma os tornando híbrido de felino com réptil.


Em outras palavras: tanto draconianos quanto arkranios queriam uma bela d’uma guerra e queriam a destruição ou a anarquia nesse mundo.





Influência sobre os arianos


Em todas as culturas do globo, digo todas! Há deuses de crânios compridos ou cabeçudos comandando ou sendo venerados.




No inicio do século 20, bem antes dos nazistas surgirem na Germânia, um grupo de exploradores europeus encontrou múmias preservadas climaticamente (preservadas pelo clima e não por meios artificiais, como as egípcias) na Bacia de Tarim na China. Mais tarde estudiosos chineses na década de 60 decidiram dar jeito de desbravar realmente a região.


Jogue no Google em inglês: Tarim mummies


A surpresa


As múmias pareciam pertencer inicialmente a um povo celta ou ligado aos celtas. Mais tarde veio a resposta: era um povo ariano conhecido como tocarianos. Antes achavam que as múmias eram celtas ou citas.



Bruxas com chapéus cônicos


Uma mulher em particular chamou a atenção dos estudiosos e foi apelidada de bruxa de Subeshi (região onde foi encontrada, subeshi witch) por parecer muito com uma bruxa por usar um chapéu cônico muito semelhante às descrições europeias de bruxas. Logo depois descobriram mais algumas bruxas de Subeshi (Subeshi witches).








Tá e onde está a influência dos aliens nos arianos?



Sistema de castas, chapéus pontudos para esconder os longos crânios e um conhecimento que permitiu os arianos se disseminarem como cultura em todo o mundo. O mundo ocidental todo é descendente da cultura ariana!






Sistema de castas – criado para os aliens infiltrados que tinham função de sacerdotes (e que estavam no topo da pirâmide) tinham por objetivo o controle sobre os povos da Terra.


Chapéus pontudos ou alongados – serviam pra disfarçam, ou fazer uma referencia, os longos crânios dos aliens infiltrados que tinham por objetivo controlar diversos povos.



Conhecimento – os deuses ensinaram a caçar, a colher e a plantar. Em todo mundo o mesmo bla bla bla. Os deuses que deram. Mas os arianos parece que foram privilegiados ao serem ensinados a dominar!



Pode até ser loucura e ser uma besteira total acreditar que alienígenas tiveram influencia por aqui. Mas e por que não teriam? O universo é tão imenso e tão velho!


E é realmente neutra a ciência?


Versão brasileira: Herbert Richards! O problema da dublagem no Brasil e Portugal: Más interpretações, desleixos e companhia...




Não só de cagadas vive o brasileiro, mas de pinga da boa tamém! A Copa de 2014 além do vexame orçamentário (corrupção, tirando dinheiro do povo pra pagar a FIFA e toda a putaria que estamos acostumados) e do vexame conhecido como vexame dos 7 a 1, deixou um legado ainda maior: de que realmente nós brasileiros somos semi-anal-fá-betos!


Germânia, eis o nome correto do que no nosso português chulo chamamos de Alemanha! Mais além vem Holanda, que chamamos de Países Baixos! Ou que tal Islândia, quando no original se denomina Iceland (Terra Gelada).


O problema das traduções

Já pegou aquele filme terror na locadora cujo o título era: O Horror da Morte À Meia-Noite ou algo do tipo, quando a tradução literal (correta) do filme seria: Assolados pelo Medo. Kkkkkkk

Os tradutores são muito imaginativos ou a ordem vem dos estúdios, porque um título mais fodástico atrai mais público do que um simples.


Trasgo das masmorras!

Quando a tradutora de Harry Potter, que Deus a tenha, traduziu a obra para o português, tudo bem Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa. Até então há diferença notável entre línguas latinas e anglos-saxônicas, ela fez muito bem em traduzir da forma com que fez as casas de bruxos na série. A cagada se deu quando na sua idiotice intelectual, ou por causa da ideologia portuguesa de cultura, trocou o termo troll por trasgo!

Puta merda! No Brasil ninguém sabia o que era trasgo! Troll sim as pessoas conheciam, quem já leu sobre mitologia nórdica e sobre Tolkien sabia do que se tratava.


Bota o ingleis, mesmo, carai

A solução encontrada em Portugal e Brazil em meio à tanta cagada foi começar a usar termos em inglês mesmo. The Walking Dead é um exemplo... cri cri cri

Nem tanto a última tradução traduziu The Walking Dead para Os Mortos Vivos! 

Outra cagada! Quando o termo mais correto seria Os Mortos Andantes ou Assim Andam Os Mortos, já que o autor, Robert Kirkman, criava uma charada ou uma denominação que servia tanto para os mortos-vivos que erravam, quanto para os vivos sobreviventes do apocalipse zumbi! Então os mortos andantes parecia ser um ótimo termo para a série.

De Portugal ao Brasil, de Brasil à Portugal, cagadas a parte, as cagadas continuam aqui e acolá num titulo e outro. Nada contra traduções, mas uma tradução literal é o mais correto. Eu (pelo menos, não sei tu!) estou cansado desses títulos criados à base de maconha. >.<

Eu ouvi um: morre, diabo?

Kkkkkkkkk