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domingo, 26 de abril de 2015

Os aliens arkranios e sua influência sobre os arianos: Arianos e alienígenas



Parece com o que essa imagem? Parece ser um ser humano? Esse petroglifo foi achado nas montanhas de Tien Shan na China (Petroglyphs Tien Shan Mountains pra jogar no Google, já que os melhores artigos estão em inglês). Para os antropólogos trata-se de uma mulher num ritual fazendo uma referencia à Órion. Uma mulher com cabelo raspado e crânio comprido (tá legal, hein!).

 
Não obstante na Bulgária uma figura similar, de origem ariana também, mostra uma mulher fazendo uma referência à constelação de Órion.
 
Fonte das imagens: Mysterious Mummies of China (PBS) (recomendo esse documentário pra quem gosta de história e antropologia, no link ele tá transcrito e tem no You Tube).


Documentário no You Tube:

Não dá pra se saber se realmente é um fato a teoria dos deuses astronautas. Mas é uma boa teoria! Ela consegue preencher os espaços deixados pela teoria de evolução e pelas teorias arqueológicas.



Dos nazistas aos contatados por extraterrestres


Os nazistas pareciam receber ordem d’um plano superior. A idéia d’um socialismo, d’uma sociedade de loiros nórdicos, a tecnologia espacial e médica desenvolvida e o projeto lebensborn que tinha por objetivo a eugenia e a recriação de uma nova super raça nórdica parecem fazer sentido se colocarmos alienígenas no meio.


Alex Collier (o único contatado que faz jus ao nome) fala de dois subtipos: os aliens de Gizé e os aliens de Órion, sendo dois grupos distintos. Mas parecem que pertencem ao mesmo grupo e a mesma raça, que (eu) denomino de arkranios.



Teorias de todos os lados e incertezas


Há a teoria que esses aliens de grandes crânios ajudaram os nazistas, porque queriam os libertar do domínio dos draconianos, esses aliados dos maçons illuminatis norte-americanos que tiveram contato com os répteis através d’uma seção mediúnica e a partir daí trocaram sua devoção e obediência por dinheiro e riqueza.


Os nazistas então seriam os libertadores, combatendo as enfermidades, deficiências e a homossexualidade que eram produto da Nova Ordem Mundial. A AIDS e a homossexualidade promovem a diminuição da espécie humana.


O outro ponto de vista mostra o contrário (ponto de vista dos contatados de aliens da confederação): os nazistas foram enganados pelos arkranios que tinham por objetivo criar um exército de clones, ou uma nova raça que obedeceria não somente eles, mas o império de Órion. Ou seja: os draconianos diziam ajudar os Estados Unidos e os arkranios os fascistas e nazistas, mas ambos trabalhavam juntos. Os draconianos pegaram um grupo humano em Rigel e os aprisionaram lá da sua forma os tornando híbrido de felino com réptil.


Em outras palavras: tanto draconianos quanto arkranios queriam uma bela d’uma guerra e queriam a destruição ou a anarquia nesse mundo.





Influência sobre os arianos


Em todas as culturas do globo, digo todas! Há deuses de crânios compridos ou cabeçudos comandando ou sendo venerados.




No inicio do século 20, bem antes dos nazistas surgirem na Germânia, um grupo de exploradores europeus encontrou múmias preservadas climaticamente (preservadas pelo clima e não por meios artificiais, como as egípcias) na Bacia de Tarim na China. Mais tarde estudiosos chineses na década de 60 decidiram dar jeito de desbravar realmente a região.


Jogue no Google em inglês: Tarim mummies


A surpresa


As múmias pareciam pertencer inicialmente a um povo celta ou ligado aos celtas. Mais tarde veio a resposta: era um povo ariano conhecido como tocarianos. Antes achavam que as múmias eram celtas ou citas.



Bruxas com chapéus cônicos


Uma mulher em particular chamou a atenção dos estudiosos e foi apelidada de bruxa de Subeshi (região onde foi encontrada, subeshi witch) por parecer muito com uma bruxa por usar um chapéu cônico muito semelhante às descrições europeias de bruxas. Logo depois descobriram mais algumas bruxas de Subeshi (Subeshi witches).








Tá e onde está a influência dos aliens nos arianos?



Sistema de castas, chapéus pontudos para esconder os longos crânios e um conhecimento que permitiu os arianos se disseminarem como cultura em todo o mundo. O mundo ocidental todo é descendente da cultura ariana!






Sistema de castas – criado para os aliens infiltrados que tinham função de sacerdotes (e que estavam no topo da pirâmide) tinham por objetivo o controle sobre os povos da Terra.


Chapéus pontudos ou alongados – serviam pra disfarçam, ou fazer uma referencia, os longos crânios dos aliens infiltrados que tinham por objetivo controlar diversos povos.



Conhecimento – os deuses ensinaram a caçar, a colher e a plantar. Em todo mundo o mesmo bla bla bla. Os deuses que deram. Mas os arianos parece que foram privilegiados ao serem ensinados a dominar!



Pode até ser loucura e ser uma besteira total acreditar que alienígenas tiveram influencia por aqui. Mas e por que não teriam? O universo é tão imenso e tão velho!


E é realmente neutra a ciência?


Versão brasileira: Herbert Richards! O problema da dublagem no Brasil e Portugal: Más interpretações, desleixos e companhia...




Não só de cagadas vive o brasileiro, mas de pinga da boa tamém! A Copa de 2014 além do vexame orçamentário (corrupção, tirando dinheiro do povo pra pagar a FIFA e toda a putaria que estamos acostumados) e do vexame conhecido como vexame dos 7 a 1, deixou um legado ainda maior: de que realmente nós brasileiros somos semi-anal-fá-betos!


Germânia, eis o nome correto do que no nosso português chulo chamamos de Alemanha! Mais além vem Holanda, que chamamos de Países Baixos! Ou que tal Islândia, quando no original se denomina Iceland (Terra Gelada).


O problema das traduções

Já pegou aquele filme terror na locadora cujo o título era: O Horror da Morte À Meia-Noite ou algo do tipo, quando a tradução literal (correta) do filme seria: Assolados pelo Medo. Kkkkkkk

Os tradutores são muito imaginativos ou a ordem vem dos estúdios, porque um título mais fodástico atrai mais público do que um simples.


Trasgo das masmorras!

Quando a tradutora de Harry Potter, que Deus a tenha, traduziu a obra para o português, tudo bem Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa. Até então há diferença notável entre línguas latinas e anglos-saxônicas, ela fez muito bem em traduzir da forma com que fez as casas de bruxos na série. A cagada se deu quando na sua idiotice intelectual, ou por causa da ideologia portuguesa de cultura, trocou o termo troll por trasgo!

Puta merda! No Brasil ninguém sabia o que era trasgo! Troll sim as pessoas conheciam, quem já leu sobre mitologia nórdica e sobre Tolkien sabia do que se tratava.


Bota o ingleis, mesmo, carai

A solução encontrada em Portugal e Brazil em meio à tanta cagada foi começar a usar termos em inglês mesmo. The Walking Dead é um exemplo... cri cri cri

Nem tanto a última tradução traduziu The Walking Dead para Os Mortos Vivos! 

Outra cagada! Quando o termo mais correto seria Os Mortos Andantes ou Assim Andam Os Mortos, já que o autor, Robert Kirkman, criava uma charada ou uma denominação que servia tanto para os mortos-vivos que erravam, quanto para os vivos sobreviventes do apocalipse zumbi! Então os mortos andantes parecia ser um ótimo termo para a série.

De Portugal ao Brasil, de Brasil à Portugal, cagadas a parte, as cagadas continuam aqui e acolá num titulo e outro. Nada contra traduções, mas uma tradução literal é o mais correto. Eu (pelo menos, não sei tu!) estou cansado desses títulos criados à base de maconha. >.<

Eu ouvi um: morre, diabo?

Kkkkkkkkk

segunda-feira, 16 de março de 2015

Por que em alguns mapas mundi os países do hemisfério norte são maiores que os do sul?


Mapa mundi antigo e errôneo ao retratar ao países do norte sendo maiores que os do sul. 
 Fonte da imagem: Wikipédia, Outline of the Post-War New World Map


Tu já deves ter visto um mapa mundi cujo os países do hemisfério norte são maiores que os do hemisfério sul?


Mas por que esses mapas eram tão populares e eram usados durante boa parte do século 20?


Há duas explicações pra isso, agora saber qual é a correta é o problema!




Problema da metragem


Os primeiros mapas mundi eram muito errados, porque as pessoas dos séculos passados, sobretudo na época das grandes navegações, não tinham dimensão das dimensões dos territórios. Kkkkk


Daí temos uma Antártida emendada na Argentina (ou uma Argentina estendida) como visto no mapa Piri Reis e por aí vai. 


Como o pessoal da antiguidade não tinha noção exata da vista de cima, de como realmente era, então tudo era feito por metragem; ou seja: observavam, mediam a costa, calculavam e chegavam à um acordo sobre como seria certo continente e mar.


Notamos que houve uma evolução dos mapas até os dias de hoje. Se compararmos um mapa da época das navegações com um atual a diferença é enorme!


Canadá, Rússia e Antártida nos mapas do século 20 eram grandões porque eram terras pouco exploradas e difíceis de se calcular. Então por isso essa impressão dos extremos da Terra sendo grandes demais.




Arrogância dos países do norte



A outra linha de pensamento fala de que os países do norte eram maiores não porque eram territórios pouco explorados, mas sim porque era arrogância mesmo já que a Europa tinha às vezes o tamanho da África!


A cousa começou lá pelo século 19 e muitos estudiosos e políticos europeus e norte-americanos viam a necessidade da exaltação dos países do norte do globo que eram os pioneiros em tudo (revolução industrial queridinhan!).


A coisa piorou com a ascensão do facismo e nazismo durante as décadas de 30 e 40. E veio piorar ainda mais depois da Segunda Guerra em que a União Soviética e os Estados Unidos só faltavam sair fora do mapa de tão grandes! kkkkkk



Problema da metragem ou arrogância dos estados do norte?

Parece que ambas parecem estar corretas, contudo o problema da metragem parece ser o causador disso tudo, pois com o fim da guerra fria e os estudos das agências espaciais Roscosmos (da Rússia) e Nasa (dos Estados Unidos) revelaram não só os mistérios sobre a astronomia e sobre o espaço sideral; mas também a cartografia, já que fotos, vídeos e estudos avançados ajudaram a criar a atual noção que temos hoje de globo e de mapa mundi!


Mapa mundi atual e recomendado por retratar a vegetação e o relevo da Terra.

Fonte da imagem: NASA,World satellite map, a partir do site

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A verdade por trás dos símbolos: as religiões paleolíticas se adaptaram e se tornaram nas atuais!





Zoroastro com sua divisão entre o bem (Ormuz) e o mal (Ariman) é o exemplo mais notável da adaptação de uma religião antiga em novas! As religiões semitas: judaísmo, islamismo e cristianismo foram influenciadas pela ideia de uma entidade benéfica e outra maléfica, ou o exemplo é mais antigo?


Do paleolítico aos tempos atuais

Possivelmente a idéia de entidades malignas e de um deus do bem e do mal vem antes da idéia de Zoroastro, possivelmente ele pegou algumas histórias do folclore mesopotâmico e em sua “filosofia” as adaptou. Não dá pra sabermos com exatidão de onde vieram e como surgiram, há teorias; e a mais ampla delas suspeita de que tudo começou no paleolítico!

Os hominídeos observaram que assim como a noite e o dia, o fogo e a água, o frio e o calor (entre outros exemplos) haveria uma dualidade nisso tudo, uma luta!


Há muito mais água debaixo dessa ponte!

Não apenas a dualidade das coisas, mas toda a ideia de ressurreição dos mortos e posteriormente reencarnação vieram do paleolítico.
Imagine como reconfortar uma pessoa sobre a perda de um ente querido? Ou da não aceitação da morte completa?

Possivelmente a ideia de ressurreição foi a primeira a ser divulgada pelos seres humanos primitivos e lá pelas tantas um deles teve a ideia de que ao invés de um morto voltar à vida, seria mais óbvio existir uma alma! E essa alma é que dava animação ao corpo!


Exemplos de religiões que são adaptações das religiões antigas

As religiões semitas aqui no Ocidente são o exemplo mais notável: temos um Deus-Pai-do-Céu, uma Deusa-Mãe-da-Terra (o Espírito Santo no cristianismo, a Virgem Maria e no islamismo e judaísmo sendo ignorada) e o Deus-Filho (no cristianismo é Jesus, no islamismo Maomé “o grande profeta” e no judaísmo Moisés).

Não obstante temos símbolos de religiões antigas (que as pessoas vulgarmente conhecem como SÍMBOLOS PAGÃOS).

A cruz cristã não passa de uma adaptação da suástica, símbolo dos arianos que por incrível que pareça provém do povo da velha Europa que fez intercâmbio com os arianos e por fim foram praticamente dominados.

A Lua crescente com a estrela d’alva, símbolo do islamismo é um símbolo sumério e representa o período fértil da mesopotâmia, é uma referência à deusa sumeriana Inanna (chamada posteriormente de Ishtar pelos os acádios, Afrodite pelos gregos e Vênus pelos romanos).

A estrela de Davi, ou melhor o hexagrama também é um símbolo mais antigo que a religião judaica, cristã e islâmica juntas. O hexagrama tem raízes possivelmente no Oriente Médio e Índia Antiga. Na Índia ele é um símbolo que representa a criação, a união entre o masculino e feminino. O triângulo (▲) representa o homem, o pênis, a altura e por aí vai e o triângulo virado (▼) a mulher, o ventre, a vagina, o oposto ao homem...

Há inúmeros exemplos de religiões que sofreram adaptações, mas isso daria um livro!

Indo mais longe: a própria idéia do sacrifício de Jesus Cristo remete às religiões antigas, onde uma pessoa de boa vontade se sacrificava aos deuses! 

O sacrifício para salvar um povo pode ter tido origem em algum hominídeo que se matou para defender seu povo contra um inimigo ou contra povos inimigos. Guerras sempre existiram e os que morrem não passam de pessoas que se sacrificaram pelo bem de seu povo.


Do cristianismo da crença da ressurreição do corpo ao espiritismo da crença na reencarnação

Quem veio o primeiro? O ovo ou a galinha?

Aquele mesmo papo que eu falei acima sobre que a crença da ressurreição vir primeiro é a mesma coisa:

Vemos hoje a força que o espiritismo tem ganhado força, diferente das religiões cristãs que pregam a ressurreição dos mortos (baseada na crença egípcia da mumificação); pois não exige dinheiro como recompensa, tem uma lógica mais apurada (melhor do que acreditar que um morto vai voltar à vida depois de virar osso), fala da lei do retorno (tudo que vai, volta) e tem uma visão mais complacente a respeito da vida e dos direitos sociais.

Budismo, espiritismo e CIA

 
Estrela do movimento raelian (raeliano) que prega algo parecido com a teosofia de Helena Petrovna Blavatsky: a união das crenças.

O budismo veio de uma linha de pensamento oposta ao hinduísmo tendo como líder Buda, o mesmo foi o espiritismo tendo como profeta Alan Kardec.
Hoje há associações de todo o tipo, fala-se de aliens reencarnados, como o movimento raeliano e mais além, lá pelo século 19, por exemplo, Helena Petrovna Blavatsky veio com sua teosofia.

Vemos que a religião é como uma árvore, sempre há um broto nela; mas suas raízes vêm do paleolítico tendo como combustível o medo de não conseguir controlar a natureza, e, sobretudo, a morte.