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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

As fraudes óbvias de George Adamski e Billy Meier, os contatados com aliens nórdicos!

Na década de 50 eis que surge um dos pais da ufologia atual: George Adamski.

Adamski dizia ter contato com aliens muito parecidos com humanos e que vinham de Venus. Ele os chamou de venusianos! Até aí tudo bem, poderia haver aliens por aí e eles serem parecidos conosco, mas a idéia do alienígena ser nórdico e usar um traje azul parecia meio ridículo, mas tudo bem, os ufólogos estavam fascinados com as palestras e os livros publicados por Adamski.



George Adamski 


Mas o que Adamski dizia parecia não fazer muito sentido, como a Lua possuir atmosfera e dezenas de outras coisas. 

George Adamski perdeu realmente sua veracidade quando mostrou fotos de discos voadores tiradas por ele, mas estava óbvio que aqueles discos voadores eram falsos e foram criados por Adamski. 

Desenho mostrando o alien venusiano aparecendo para George Adamski. 
 Jacques Lob, Robert Gigi, Le Dossier des soucoupes volantes, Paris, Dargaud, 1972.


Com o tempo Adamski perdeu valor na ufologia ou legitimidade, embora que muitos ainda acreditem que ele tivesse contato real com aliens nórdicos, mas que fez fotos de discos para comprovar que teve contato realmente com aqueles seres.


Foto de Adamski mostrando o disco voador dos venusianos. Fica óbvio que o disco é falso, mais tarde avicultores perceberam que os contornos eram idênticos aos de uma chocadeira de ovos fabricada por uma conhecida multinacional. Adamski morreu em 1965, aos 75 anos, sem jamais admitir a fraude. [fonte]


Tempos mais tarde lá por volta dos anos 80 surgia outro contatado: Billy Meier.


Billy Meier


Meier dizia ter contato com os aliens nórdicos desde os anos 50, quando era criança.


Diferente de Adamski, Meier dizia que os aliens louros não vinham de Venus, mas sim das Plêiades, um conjunto de estrelas na constelação do Touro.

E o alvoroço criado por Meier não parou por aí, ele publicou livros, deu palestras e por fim mostrou um monte de fotos alegando serem legitimas.

Mas as fotos são tão ridículas que é mais do que óbvio a fraude! George Adamski perto de Billy Meier é um deus, porque pelo menos as fotos dele não eram tão zuadas como as de Meier hehehehe.


Billy Meier foi tão ridicularizado pelos céticos, e por suas fotos falsas serem tão óbvias que por fim ele se isolou em sua fazenda e não deu mais entrevistas à qualquer um.



Vamos analisar as fotos feitas por Billy Meier:



Olhe esta, segundo Meier é um dos pleiadianos mostrando apenas sua arma feita de um poderoso plástico intergaláctico. A roupa térmica do alienígena é feita com o alumínio que sobrou do frango de Domingo. Com certeza o alienígena não quis aparecer porque estava despenteado, repare os cabelos molhados e despenteados do pleiadiano!





Essa do disco voador sobre o carro é a mais tosca! Nem preciso colocar argumentos para comprovar a fraude! Está óbvio que ele assegurou esse disco voador caseiro (uma vez fiz uma maquete do Hubble melhor que esse troço do Meier! Poderia usar dizendo que os aliens viajam no Hubble kkkkkkkkkk lol) para tirar essa foto esdrúxula. Ilusão de óptica: ele assegurando esse troço ridiculo que chama de disco voador na frente da câmera criando a ilusão de que está em cima do carro, nuss muito óbvio. Sem falar que o disco voador não possui sombra! kkkkkkkk






Mais outra do avançadíssimo disco voador dos aliens. Repare que eles usam bolinhas de decorar árvore de natal para decorar a nave. Esses aliens nórdicos são muito vaidosos e sensíveis, que fofos.




Outra foto, agora das lindíssimas pleiadianas. Essa ainda é uma das mais óbvias, pois foi uma foto tirada de um dos episódios do Dean Martin Variety Show (1969-1973). A mulher à esquerda é dita ser Asket por Meier, uma das alienígenas lindonas que aparecia pra ele. Contudo a moça à esquerda na verdade é Michelle DellaFave e trabalhava no Dean Martin Variety Show. A primeira foto é a alegada tirada por Meier e a segunda é a verdadeira tirada de um dos episódios do programa. Quando foi mostrado à Meier a comparação entre as duas fotos e a obviedade da manipulação, ele disse que foram pessoas más que trocaram as fotos e que ele não percebeu! Pessoas que tinham o interesse de destrui-lo e não querer que as pessoas acreditassem nele. Aham, tá certo seu Billy.



Essa das fotos me lembra o caso de uma senhora que diz ter fotografado um disco voador por seu celular e no final se descobriu que ela havia tirado uma foto de um disco voador a partir de uma revista.


Ainda sim em meio a tanta mentira e relatos e fotos falsas, há aqueles que ainda acreditam em Adamski ou em Meier.



J.R.R. Tolkien e sua inspiração ariana: Tolkien nazista?



Meme compartilhado no Facebook em que mostra semelhanças da história de Tolkien à Literatura de Cordel e a contos populares nordestinos, inclusive dos cangaceiros (Frodo do cangaço) e até Antonio Conselheiro!
 
Diz a lenda que Tolkien recebeu uma carta de um emissário do partido nazista perguntando se ele tinha descendência judaica. Tolkien por fim respondeu que não, mas se orgulhava de sua herança germânica absoluta. Por fim diversas vezes é relatado que Tolkien tinha pavor do nazismo, mas e se tinha pavor então por que respondeu?

Sim ou não, Tolkien não era um nazista inglês, mas é inegável que ele adorava os arianos.

Ahn? Como assim adorava? Cale a boca, como você sabe que ele adorava? Ele não era um nazista! Tolkien era incrível e ele valorizava a Europa.

Um fã retardado responderia dessa maneira. Existem inúmeras evidências na obra de Tolkien que mostram esse amor e respeito às tradições nórdicas e que remonta aos arianos. Abaixo vou mostrar quais são os relances óbvios em O Senhor dos Anéis e no Universo Tolkien que mostram que ele amava os arianos e sua cultura e também alguns personagens e seres em suas obras que proveio do cristianismo, Tolkien era católico assíduo.

Afinal: quem foram os arianos?

Foi um povo que surgiu nas estepes da Rússia e Ucrânia e que era em sua maioria nórdico. Os arianos eram seminômades e eram um povo guerreiro (movido pela arte da guerra e do domínio). 



O um anel do poder

Está no Edda na saga de Sigurd onde fala de um anel maldito e dragões, coisa que vemos em o Hobbit. Os nórdicos falam da ganância por ouro, o anel de ouro era tão precioso que despertava a ganância e a maldade. Somente pessoas puras e elfos poderiam lidar com ele.

O anel de ouro como símbolo de poder provém da tradição ariana do poder da nobreza e do rei. Os nobres e reis arianos tinham um anel de ouro com o símbolo de sua família real ou exaltando sua linhagem e sua nobreza.

O um anel pode simbolizar a coroa do rei que não pode ser perdida, já que se trata de um anel preso à um dedo.


Floresta de Fangourn

É a representação da Floresta Negra da Europa Antiga. Conhecida pelos nórdicos como floresta velha. Temida pelos arianos que chegaram à Europa. Acreditava-se no período neolítico que a densa floresta, que hoje está reduzida a Floresta Negra na Alemanha, era lar de seres mágicos. Algumas árvores tinham vida. Os maiores relatos são encontrados em contos celtas que infelizmente não resistiram ao tempo e durante a perseguição aos pagãos promovida pela Igreja de Roma.


O mago branco, os magos poderosos

Merlin, e todo o tipo de sacerdote ariano, desde os druidas a até os padres e bispos da Igreja de Roma. Os arianos tinham na elite do poder, os velhos anciões sacerdotes, isso é visto nos druidas celtas e influenciou a igreja católica a criar os padres e bispos, numa versão mais moderna dos sacerdotes arianos.


Balrog

Demônio presente na mitologia norueguesa e mais tarde associados na Idade Média aos ajudantes de satanás. Balrog seria Cernunos personificado ou deuses arianos do fogo personificado.


Terra média

Terra dos bárbaros nórdicos e outros povos indo-europeus que eram analfabetos e viviam em guerra uns com os outros.


Elfos

Tá tudo no Edda. Seres altos, loiros, nórdicos, bondosos, bla bla bla. Tolkien ainda fez a questão de cagar na mitologia nórdica comparando elfos a anjos.


Orcs

Tá no edda, lá são chamados de elfos escuros, mas diferente da mania Hollywoodiana de comparar beleza a bondade, eles eram bonitos só que eram escuros. Outra é que Tolkien mais uma vez caga bonito na mitologia nórdica, ele compara os orcs aos demônios cristãos, que eram anjos bonitos e perfeitos e que ficaram feios depois por sua maldade! 

É a mania humana em toda sua estupidez comparar beleza à caráter ou talento, algo que Susan Boyle surpreendeu uma plateia de ignorantes com sua bela voz, sendo que ela não era bonita. Na mitologia celta temos uma rainha ruiva linda sendo a madrasta da Branca de Neve, diferente dos nórdicos-germânicos, os celtas não tinham a mania de comparar beleza a caráter.



Galadriel

Tolkien era católico e assíduo.
Galadriel é o arcanjo Gabriel nem preciso refutar.


Sauron

O satanás ou algo similar à Hitler ou ao anticristo.



Eru Iluvatar

O deus-pai-céu dos arianos. Os arianos acreditavam em duas divindades principais: o deus-pai-céu, senhor do céu e guardião dos céus e a deusa-mãe da Terra guardiã da Terra e senhora das plantas e patrona das colheitas. Mas o deus-pai-céu era superior, por ser homem, à deusa-mãe, daí a origem ao patriarcado, porque o homem é superior à mulher. O deus-pai-céu é uma divindade antiga que surgiu nos homo sapiens de África, e que é comum em muitas mitologias, como na judaica em que Deus (deus como figura masculina) e o patriarcado são essenciais.


Filho do filho

Patriarcado ariano (proto-indo-europeu). Porque saber quem é sua mãe não tem importância, ela é uma puta mesmo! Mas saber quem é seu pai é phoda!

Ex.: Thor filho de Odin.

E não Thor filho de Jord, aquela puta, o que faz Odin ser filho duma puta!

Entendeu? Vivemos numa sociedade patriarcal idiota, seu filho da puta!


Hobbits

São os anões das sagas nórdicas, mas numa versão medieval no que os espanhóis chamam de duendes, os ingleses de goblins e Paracelso de gnomos.


Elfa que se apaixonada por mortal

Leia sobre a mitologia irlandesa que conta sobre as fadas que se apaixonam por mortais, ou os mortais que se apaixonavam pelas fadas, se ele ainda trocasse de sexo os personagens colocando: o homem elfo que se apaixonou por uma mortal... mesmo assim isso ficaria igual ao mito de Oisin. Tolkien usufruiu da mitologia celta, mas babava ovo dos nórdicos literalmente.


Número 3

3 anéis para os elfos
6 para os anões
9 para os homens

3 é número místico.

É o número completo representa o passado, o presente e o futuro; o pai, a mãe e o filho e o inicio, o meio e o fim.


Vai pro Oeste que lá é baum

Os celtas falavam de ir para o Oeste. Falavam de Hi-Brasil a terra mágica que havia para lá dos mares da Irlanda na região oeste, alguns estudiosos especulam que o nome Hi-Brasil deu origem ao nome Brasil cunhado pelos portugueses que tem descendência celta. Outra é que os povos arianos se deram bem ao ir para o Oeste, a Europa Central, a Escandinávia e a Grã-Bretanha e Irlanda. 

Outra: a Irlanda ficava no Oeste e era tida como a “terra prometida.” E no final os ingleses foram pro Oeste e aí surgiu os Estados Unidos. Alguns estudiosos em Tolkien acreditam que ele se referia aos Estados Unidos ao citar o Oeste como terra maravilhosa e dos elfos que ajudaram os homens. Os elfos seriam os americanos que ajudaram os ingleses contra os nazistas. É sim, senhor, Tolkien lutou na segunda guerra.



Guerras, sangue, sangue e guerras com muito sangue e também mortes

Vai ler sobre Guerras Medievais e sobre As Cruzadas que tu vai ter um pouco de lição de história e tirar essa ideia de que Tolkien era sensacional. Sem contar a segunda guerra mundial! Pqp!

Recomendo o filme Cruzada (Kingdom of Heaven de Ridley Scott).


O que tem de original em O Senhor dos Anéis?

O enredo. O enredo dum anão que tem que levar um anel até um vulcão e quase se fode todo é bem original!


Moral da história: para ser um bom escritor conhecimento de história basta! E Tolkien adorava os arianos sim, mas isso não fazia dele um nazista, mas sim um nordicista ou arianista. Hehehehe :)


Eu odeio o arianismo :/


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

A Origem do Apocalipse Zumbi




Cena da série The Walking Dead

 
Assim como Bram Stoker criou o arquétipo do vampiro de beleza e vida eterna, sem alma, com associação ao demônio; o homem responsável por criar os zumbis comedores de carne e parecendo deficientes foi George Romero.
A origem dos zumbis remonta o folclore de alguns lugares do mundo. 

Os primeiros vampiros na Europa antiga eram cadáveres humanos que saiam à noite de seus túmulos para sugar o sangue dos seres vivos, principalmente humanos, mas animais também eram sugados, como ovelhas e vacas.
Nas lendas relacionadas ao vodu se pode trazer um corpo à vida, mas não a sua alma. 

Do mesmo modo na Europa antiga falava que se podia ressuscitar uma pessoa, mas que ela vinha de um jeito ruim, como um demônio no cadáver.

Foi bram stoker no seu famoso livro Drácula que criou o arquétipo do vampiro belo, imortal e sem alma. Antes disso o vampiro era um zumbi que estava amaldiçoado assim como o lobisomem por algo desconhecido.

Em 1968 dois amigos: George A. Russo e George Romero lançaram a base do estereotipo do zumbi moderno, o filme Night of the Living Dead, traduzindo: A Noite dos Mortos-Vivos. 

O problema que enfrentaram foi que eles perderam os direitos do filme devido ao fato de que a lei de direito autoral nos estados unidos eram rigorosa demais e exigia um aviso no filme. Como o primeiro nome para o filme foi um nome mais esquisito, a produtora decidiu trocar e se esqueceu de colocar o aviso.

Dizem que George Romero criou os zumbis a partir de um pesadelo que ele teve, em que os mortos voltavam a vida, andavam como deficientes, gostavam de carne humana, só tinham o instinto básico da fome e quem fosse mordido se tornaria um zumbi.

George A. Russo era apenas o argumentador, e criou parte do enredo de Night of the Living Dead.  Inicialmente George Romero não os via como zumbis, mas sim como demônios possuindo cadáveres humanos.

O filme também era uma critica à guerra fria e a sobre as conseqüências de uma guerra nuclear e a radioatividade, já que o fator especulativo desencadeante dos mortos andantes que só tinham fome por carne ou de insetos. Era uma suposta arma química no espaço que ativava o cérebro dos mortos ou algum tipo de germe ativado por essa força nuclear.

Assim especulou-se que os germes sofreriam uma mutação no corpo dos mortos e através do contato com saliva, sangue ou mordida uma pessoa viva ficaria infectada.

Esse argumento radioativo foi apenas um argumento a mais. George Romero também era contra o racismo e o protagonista do filme, Ben era interpretado pelo ator negro Duane Jones.

Como o filme perdera os direitos autorais na suja lei americana da época, Romero se viu numa briga com George Russo quando esse criou em 1985, A Volta dos Mortos-Vivos, nesse filme os mortos falavam e queriam comer cérebros humanos. O filme era mais infantil e trash e foi um grande sucesso. Houve uma briga judicial entre Romero e Russo. Mas em 1991 eles fizeram as pazes e criaram um remake dirigido por Tom Savini e distribuído pela Columbia Tristar.

Com o domínio publico e a febre adolescente que os filmes de Romero causaram, logo, logo surgiram seqüências não oficiais, a ultima é a famosa série americana The Walking Dead cujo roteiro é elogiado pela sua trama.

Seja nos filmes de Romero ou até em The Walking Dead, podemos crer que realmente o filme surgiu de um pesadelo de George, pois ele somente conseguiu fazer sucesso com filmes de zumbi, mas há quem diga que isso deu dinheiro o suficiente à ele.


Mas seria possível um apocalipse zumbi?

Não da maneira como vista na criação de Romero, pois em climas quentes os cadáveres entrariam em rápida decomposição devido à exposição ao calor e ao sol. Assim se houvesse zumbis no Brasil, eles não duraria muito tempo. Outra é que é necessário que as células estejam vivas e o sangue coagulando para dar movimento ao corpo. De fato o apocalipse zumbi é mais improvável do que possível de acontecer. Um cadáver andando por aí, seria o mesmo que um carro sem gasolina.

A única possibilidade seria a raiva doença que afeta animais e o homem, mas geralmente ela mais mata do que deixaria a pessoa como o zumbi. O filme 28 Dias depois lançado 2002 pela Twentieth Century Fox é o único quadro possível de um especifico apocalipse desse tipo.

George Romero é inegavelmente o Bram stoker dos séculos 20 e 21, mas se diz cansado demais para continuar com esse pesadelo de zumbis. E que se tivesse escrito um roteiro como o Jovem George Lucas talvez tivesse tido mais sucesso. 


George Romero é um gênio ingênuo. E zumbis andando por aí são fantasia, mas como diz aquele ditado: “tem muita verdade na mentira”.

Shedu criatura mitológica

 
Na imagem: A figura de um Shedu, baixo-relevo encontrado no palácio de Sargão II (713-716 a.C.).  
 
Fonte da imagem: Wikimedia
 
 
Shedu é um ser fantástico da mitologia mesopotâmica, caracterizado como sendo um touro alado com cabeça de homem e chifres de touro. Na antiga mesopotâmia era comum ter na entrada dos palácios um par de Shedus, pois os mesopotâmicos acreditavam que eles eram seres celestes e que serviam de mensageiros entre os deuses e os homens.

A figura dos shedus, supostamente influenciou os hebreus a criarem a imagem dos Anjos, pois ambos são seres divinos que servem de mensageiros a uma divindade. A palavra Cherub (Querubim em hebraico), vem do assírio Kuribu (significa: “grande”, “poderoso”) e do babilônico Karabu (significa:“abençoado”, que tem mão divina). As palavras Kuribu e Karabu eram usadas para designar os Shedus.

As imagens dos Shedus sobreviveram nos baixos-relevos e em estátuas que são encontradas nos museus: do Iraque, Louvre (França), Britânico (Reino Unido) e outros.


Lamassu

Os lamassus, na mitologia mesopotâmica, são mensageiros como os shedus, mas são diferentes, tendo corpo de leão alado e cabeça de homem.